São Paulo Pintura de 5.500 escolas estaduais será feita por presos, diz Doria

Pintura de 5.500 escolas estaduais será feita por presos, diz Doria

Além da pintura das escolas, os presos também vão poder trabalhar na recuperação do mobiliário das escolas, como mesas e cadeiras

Presos já trabalham em algumas unidades de presídios paulistas

Presos já trabalham em algumas unidades de presídios paulistas

Divulgação/Governo de São Paulo

Em coletiva de imprensa na manhã desta sexta-feira (11) o governador de São Paulo, João Doria, anunciou que a pintura de 5.500 escolas estaduais serão feitas por presídiarios durante o período de férias e no final de semana.

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"A partir de agora os presidiários vão, de janeiro a dezembro, pintar 5.500 escolas públicas do estado de São Paulo. Para melhorar a condição física das escolas, os presos vão trabalhar para oferecerem uma contribuição à melhoria", afirmou o governador.

O trabalho não será obrigatório e será realizado por presos em regime semiaberto que manifestarem interesse em participar. Além do serviço, os presos também vão poder trabalhar na recuperação do mobiliário das escolas, como mesas e cadeiras.

Serão cerca de 3.000 vagas para os presos paulistas, em que para cada 3 dias de trabalho serão revertidos em um dia a menos na pena do detento, explicou o coronel Nivaldo Restivo, secretário de Administração Penitenciária de São Paulo.

Mais armas em carros da PM

Durante a coletiva, o governador também anunciou que em até 60 dias, todas os carros da Polícia Militar que fazem atendimento do serviço 190 serão equipadas com espingardas calibre 12.

"Com armas mais potentes para o combate ao crime em todo o Estado", afirmou o governo em nota, explicando que para isso, serão disponibilizadas 5 mil armas do tipo para a PM.

Antes, as espingardas de calibre 12 eram destinadas apenas para as operações noturnas. Nos atendimentos diurnos, as equipes saiam com pistolas .40.

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