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Sociedade Brasileira de Infectologia recomenda a volta do uso de máscaras

O aumento no número de casos de Covid-19 e a confirmação pela Fiocruz de que uma nova variante está em circulação em ao menos quatro estados originaram o documento

Saúde|Do R7

SBI pediu também a distribuição de vacinas a todas as crianças de 6 meses a 5 anos
SBI pediu também a distribuição de vacinas a todas as crianças de 6 meses a 5 anos SBI pediu também a distribuição de vacinas a todas as crianças de 6 meses a 5 anos

A SBI (Sociedade Brasileira de Infectologia) divulgou um comunicado nesta sexta-feira (11) com a recomendação de que a população brasileira volte a usar as máscaras de prevenção contra a Covid-19.

O documento foi produzido por meio do CCCIR (Comitê Científico de Covid-19 e Infecções Respiratórias) da SBI e foi distribuído ao ser verificado o aumento do número de infectados no Brasil. A constatação é que a nova variante BQ.1 está em circulação no país.

"Alertamos para o aumento significativo do número de casos de Covid-19 no Brasil nas últimas semanas, decorrente da circulação da subvariante Ômicron BQ.1 e outras variantes. Pelo menos em quatro estados da federação já se verifica com preocupação uma tendência de curva em aceleração importante de casos novos de infecção pelo SARS-COV-2 quando comparado com o mês anterior", divulgou a sociedade. 

Além do uso de máscaras, outras quatro recomendações foram feitas com o pedido de urgência: 

– incrementar as taxas de vacinação Covid-19, principalmente no que tange às diferentes doses de reforço de primeira geração, a depender da população elegível, que se encontram todas em níveis ainda insatisfatórios nos públicos-alvo;

– garantir aquisição de doses suficientes de vacina para imunizar todas as crianças de 6 meses a 5 anos, independentemente da presença de comorbidades;

– promover rapidamente a aprovação e o acesso às vacinas Covid-19 bivalentes de segunda geração, que estão atualmente em análise pela Anvisa;

– relembrando a Nota Técnica desse Comitê em 05/10/2022, é essencial que medicações já aprovadas pela ANVISA para o tratamento e prevenção da Covid-19 estejam disponíveis para uso no setor público e privado, medida que ainda não se concretizou após mais de seis meses da licença para esses fármacos no Brasil. 

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