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Metaverso e 5G vão impulsionar a indústria móvel para o futuro

Próxima geração de aparelhos precisará suportar experiências virtuais de qualidade

Tecnologia e Ciência|Aline Sordili, da Record TV, em Barcelona

O metaverso e o 5G vão impulsionar a próxima onda de evolução tecnológica. “Todas as empresas envolvidas na cadeia digital – fabricantes, empresas de telecom e redes sociais, por exemplo – querem ter a sua fatia de oportunidade na palma da mão do consumidor, dentro do dispositivo, ou ainda na infraestrutura ou fornecendo um serviço”, afirma Chris Jones, analista-chefe da Canalys.

Para ele, a próxima geração de aparelhos inteligentes deve suportar experiências virtuais de qualidade: “Continuaremos vendo as marcas de smartphones e PCs darem mais destaque a câmeras, monitores, processadores e software para suportar a tecnologia e as experiências de realidade aumentada”. Jones acredita que o risco, decorrente da falta de um ecossistema completo da tecnologia 5G, é o metaverso “prometer demais e cumprir pouco”.

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Em 2024, Peter Jarich, diretor da GSMA Intelligence, acredita que esses temas ainda estarão em pauta, porém muito mais sob o aspecto de como eles permitirão novas experiências e novas receitas. “A tecnologia 5G vai aumentar o número de usuários com acesso móvel e ampliará a diversidade do público consumidor. Todo mundo vai poder ganhar uma fatia da torta”, afirmou Prakash Sangam, fundador da Tantra Analyst.

Um exemplo de empresa que já está trabalhando para o consumidor no futuro é o Futbol Club Barcelona, o Barça. Seu presidente, Joan Laporta, acredita que, além de ganhar títulos e fazer os fãs felizes, o clube precisa também “lucrar na indústria esportiva”. “É uma questão de sobrevivência, porque não temos uma grande corporação ou um grande fundo por trás do clube para resolver problemas financeiros", afirmou ele no MWC 2022, que acontece nesta semana em Barcelona.

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O Barça deve começar a vender NFTs e entrar no metaverso. “Queremos criar algo que seja controlado pelo clube”, afirmou ele. O objetivo final é conectar-se mais facilmente e melhor com o público mais jovem. "Nosso próximo passo é na indústria do entretenimento, especialmente streaming e jogos eletrônicos."

O aumento da demanda de clientes novos e do processamento de informações está sendo olhado de perto pela indústria, que já passou por um gargalo na pandemia, quando todo mundo se obrigou a ficar online. "Precisamos de maior capacidade e fortalecer a cadeia de suprimentos; isso é essencial para o futuro", disse o CEO e presidente da Qualcomm, Cristiano Amon, durante o MWC 2022.

Aline Sordili viaja a convite da Huawei.

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