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Tecnologia e Ciência
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Novo iPhone não empolga e tem resposta morna na Ásia

Huawei e Samsung dominam o mercado asiático com aparelhos tão modernos quanto o novo lançamento da Apple, mas por um preço menor

Tecnologia e Ciência|Do R7

Apple busca atrair novos clientes no mercado asiático
Apple busca atrair novos clientes no mercado asiático Apple busca atrair novos clientes no mercado asiático

O novo e mais barato iPhone da Apple, que vem com um processador mais rápido, mas carece da tecnologia 5G, decepcionou a Ásia, onde rivais já disponibilizam aparelhos mais baratos e repletos de recursos.

O iPhone 11, lançado na terça-feira (10) por 50 dólares a menos que o modelo XR básico do ano passado, recebeu uma resposta fraca de usuários de mídia social nos mercados asiáticos que são dominados pela Huawei e pela Samsung.

A redução do preço de entrada, uma iniciativa rara da Apple, provavelmente foi um esforço para atrair compradores na China, onde a Apple cedeu terreno à Huawei devido a um aumento no apoio de consumidores chineses depois que a marca foi prejudicada no impasse comercial entre EUA e China, disseram analistas.

Apesar da redução do preço, o iPhone 11, e até os modelos mais sofisticados com mais lentes de câmera, devem vender pouco na Ásia.

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"Os novos telefones da Apple não foram nenhuma surpresa. A única mudança tangível é possuir uma câmera adicional em seu modelo premium", disse Park Sung-soon, analista da Cape Investment & Securities, com sede em Seul.

"No entanto, é perceptível que a Apple fez um corte de preço para o iPhone em cerca de 50 dólares, o que é um movimento muito raro para a empresa. O movimento pode ter como objetivo gerenciar e reduzir os riscos potenciais decorrentes da guerra comercial EUA-China."

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Um dos principais atrativos do novo lançamento para compradores nos EUA - um serviço de streaming semelhante ao Netflix, por 5 dólares por mês - não estará disponível na China.

A participação da Apple no mercado chinês no trimestre de junho caiu para 5,8%, ante 6,4% no mesmo período do ano anterior, segundo a empresa de pesquisa Canalys. Também perdeu terreno na Coreia do Sul, com a participação de mercado caindo de 11,5% para 11,2%, de acordo com a empresa de pesquisa Strategy Analytics.

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