Brasil Cientista brasileira que sequenciou coronavírus vira boneca

Cientista brasileira que sequenciou coronavírus vira boneca

Junto com outras cinco pesquisadoras, ela foi homenageada em campanha que inspirou uma coleção de Barbies

Cientista brasileira que foi homenageada em coleção de Barbies

Cientista brasileira que foi homenageada em coleção de Barbies

Reprodução/Instagram

A pesquisadora brasileira Jaqueline Goes de Jesus, que participou do primeiro sequenciamento do coronavírus no Brasil, foi uma das homenageadas que inspiraram uma coleção de bonecas.

A Mattel anunciou uma campanha de seis Barbies para homenagear mulheres que se destacaram no combate à covid-19, incluindo uma das criadoras da vacina de Oxford/AstraZeneca. Mas as bonecas não terão produção comercial. 

"Essa homenagem destaca a dedicação e o comprometimento que todos os profissionais da linha de frente exibiram no combate à pandemia. Além de mim, outras cinco mulheres, consideradas heroínas da pandemia, ganharam o reconhecimento pela Mattel por trabalharem incansavelmente na luta contra a covid-19 e por impactarem positivamente a comunidade. São elas: Amy O’Sullivan, Audrey Cruz, Chika Stacy Oriuwa, Sarah Gilbert, e Kirby White", escreveu Jaqueline em rede social.

Para ela, a representação em formato de boneca é um exemplo para meninas negras. “Enquanto mulher negra, ser presenteada com uma boneca Barbie, que tem todas as minhas características, é simplesmente um sonho”, disse Jaqueline em post. “Neste momento, só consigo pensar em quantas meninas podem ser inspiradas por ela (a boneca), quantas meninas negras podem olhar e sonhar em seguir a profissão de cientista, em que mulheres são subrepresentadas no mundo todo.”

O trabalho de análise do genoma do vírus da covid-19 foi feito no Brasil primeiramente por uma equipe liderada por pesquisadoras, e em apenas 48 horas. Jaqueline é biomédica, baiana e tem 31 anos, mas atualmente vive em Londres.

A cientista brasileira já havia sido homenageada pela Mauricio de Sousa Produções, junto com a  pesquisadora Ester Sabino, também responsável por decifrar o genoma do coronavírus. Com traços das personagens Magali e Milena, elas viraram personagens da Turma da Mônica.

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