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Moro diz que ninguém sério nos EUA questiona poder da Suprema Corte

Ex-ministro fez post nas redes sociais no momento em que o Supremo Tribunal Federal é alvo de críticas de apoiadores do presidente Bolsonaro

Brasil|Do R7

O ex-ministro da Justiça, Sergio Moro
O ex-ministro da Justiça, Sergio Moro O ex-ministro da Justiça, Sergio Moro

O ex-ministro da Justiça, Sergio Moro, fez um post no Twitter nesta terça-feira (2) afirmando que "ninguém sério" nos Estados Unidos questiona o poder da Suprema Corte. O post acontece no momento que o órgão correspondente no Brasil, o STF (Supremo Tribunal Federal), é alvo de críticas por parte do presidente Jair Bolsonaro e de seus apoiadores. 

"Nos EUA, país que serve de modelo a muitos, casos como Marbury v. Madison, 1803; Brown v. Board of Education, 1954; e US v. Nixon, 1974, estabeleceram o princípio da supremacia da Constituição e a Suprema Corte como intérprete. Ninguém sério questiona o poder dela de dar a palavra final", diz o ex-juiz.

As críticas de apoiadores do presidente se intensificaram nos últimos meses. A decisão de que estados e municípios têm soberania para decretar medidas de isolamento no combate à pandemia de covid-19 e o veto à nomeação do delegado Alexandre Ramagem para o cargo de diretor-geral da Polícia Federal contrariaram o presidente Bolsonaro. Ramagem ocuparia o cargo de Maurício Valeixo, cuja demissão foi o estopim para a saída de Moro do governo.

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Depois disso, a Corte ainda autorizou na semana passada uma operação da Polícia Federal de busca e apreensões em endereços de aliados do presidente, dentro do inquérito que tramita no STF e apura a produção de informações falsas contra os órgãos do Judiciário. 

Bolsonaro respondeu com críticas fortes à operação e afirmou que não haveria outro dia como aquele. "Acabou", afirmou Bolsonaro.

Posts

Moro tem feito quase todos os dias comentários sobre temas de repercussão nacional e que envolvem o governo. Na segunda-feira (1º), ele respodeu a críticas do presidente Jair Bolsonaro em relação à postura do ex-ministro sobre a possibilidade de prisão de pessoas que furassem as quarentenas e também quanto à flexibilização das regras para posse e porte de armas.

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