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Blogueiro condenado por tentativa de atentado a bomba em aeroporto chega a Brasília; veja imagens

Outros dois suspeitos de participarem de atos extremistas que estavam foragidos também foram transferidos para o DF

Brasília|Hellen Leite, do R7, e Natália Martins, da Record TV

Avião com brasileiros presos no Paraguai
Avião com brasileiros presos no Paraguai Avião com brasileiros presos no Paraguai

O blogueiro Wellington Macedo — um dos três condenados pela tentativa de explodir uma bomba no aeroporto internacional de Brasília, na véspera do Natal do ano passado — foi transferido para Brasília nesta sexta-feira (15). Ele tentou fugir da prisão onde estava, no Paraguai, na quinta-feira (14), no entanto, foi capturado em uma operação conjunta entre a Polícia Federal brasileira, autoridades paraguaias e a Polícia Internacional (Interpol). 

Além dele, o radialista Maxcione Pitangui e Rieny Munhoz Marçula Teixeira, suspeitos de participarem de atos antidemocráticos, também foram entregues à PF pelas autoridades paraguaias e transferidos para Brasília. Eles estão presos no Complexo Penitenciário da Papuda.

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Mesmo foragido, Wellington foi condenado a seis anos de prisão por ter tentado explodir uma bomba instalada em um caminhão de combustível nos arredores do aeroporto de Brasília, em dezembro de 2022. Como mostrou a Record TV, ele tinha pedido refúgio ao governo do Paraguai e aguardava resposta.

Em agosto deste ano, Wellington tentou se credenciar para entrar na cerimônia de posse de Santiago Peña, eleito presidente do Paraguai, em Assunção. O evento contou com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A Agência Brasileira de Inteligência (Abin) identificou a tentativa do suspeito e avisou o governo paraguaio, que negou a ele o acesso à cerimônia.

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O blogueiro teria tentado se credenciar no evento como jornalista. Fontes afirmaram ao R7 que a PF, que participa da segurança de Lula, também foi alertada. Procurado à época, o Palácio do Planalto não se pronunciou sobre os fatos.

Já Maxcione era considerado foragido desde dezembro de 2022, quando foi alvo de uma operação da Polícia Federal. Ele estava no Paraguai havia dois meses e tinha mandado de prisão em aberto por ordem do Supremo Tribunal Federal (STF). A suspeita é que ele tenha incentivado atos antidemocráticos, atuado em milícias digitais e atacado ministros da Suprema Corte. 

No caso da empresária Rieny Munhoz, havia um mandado de prisão em aberto no Brasil desde 20 de janeiro. Ela é apontada como financiadora dos atos antidemocráticos e também foi presa no Paraguai. 

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