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Defesa de Bolsonaro tenta devolver joias e armas, mas não consegue agendar entrega

Advogado informou que delegado não estava na PF para receber as armas e que o setor da Caixa que guardará as joias estava fechado

Brasília|Natália Martins, da Record TV, e Ana Isabel Mansur, do R7

O ex-presidente Jair Bolsonaro, que afirmou que pretende voltar ao Brasil ainda em março
O ex-presidente Jair Bolsonaro, que afirmou que pretende voltar ao Brasil ainda em março O ex-presidente Jair Bolsonaro, que afirmou que pretende voltar ao Brasil ainda em março

A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) tentou devolver o estojo com joias recebido da Arábia Saudita e as armas doadas pelos Emirados Árabes Unidos, mas não encontrou ninguém para receber os itens, na tarde desta quarta-feira (22).

O Tribunal de Contas da União (TCU) decidiu nesta quarta que as armas devem ser entregues na Diretoria de Polícia Administrativa da Polícia Federal, em Brasília, e as joias, em uma agência da Caixa Econômica Federal na Asa Sul, também na capital do país.

Ainda de acordo com a determinação, as joias que estão retidas na Receita Federal, em Guarulhos (SP), devem ser deixadas na mesma agência do banco. Ao R7, a Caixa informou que "não foi notificada por nenhuma autoridade quanto ao tema e, por isso, não pode se manifestar".

O advogado Paulo Amador, que faz parte da defesa de Bolsonaro, declarou à reportagem que quer deixar os presentes "o quanto antes" nos locais estabelecidos, mesmo que a defesa não tenha sido notificada ainda pelo TCU.

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"Quero entregar essas joias e armas o quanto antes. Mesmo sem notificação, nós soubemos da decisão e tentamos contato com a Caixa, mas o expediente no setor já tinha acabado. Também ligamos para a PF para combinar a entrega, mas o delegado responsável pelo caso não estava", detalhou.

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Amador argumenta que precisa de autorização para circular com os itens, sob pena de ser preso. "Minha equipe já solicitou nova guia de tráfego ao Exército, pois a mudança de endereço [de entrega dos itens] da Secretaria-Geral para a PF pede essa autorização", afirmou o advogado.

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"É importante que o TCU notifique a Caixa e a PF, pois não posso sair com joias e armas em mãos sem que eles estejam prontos para receber", completou. O R7 questionou o TCU a respeito dos detalhes para a entrega dos itens, como os responsáveis por recebê-los e os horários.

O tribunal não apresentou essas especificações e apenas reforçou os locais de devolução e o prazo, de cinco dias úteis. A PF e a Receita Federal alfandegária em Guarulhos informaram à reportagem que aguardam notificação do TCU.

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