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Justiça do DF condena ex-secretário-adjunto de Transporte a 9 anos por corrupção e peculato

José Geraldo Oliveira de Melo teria participado de esquema de propina para beneficiar cooperativa em licitações da pasta

Brasília|Giovanna Inoue, do R7, em Brasília

Esquema beneficiava cooperativa em licitações
Esquema beneficiava cooperativa em licitações Esquema beneficiava cooperativa em licitações (Daniel Coelho - NBastian/Divulgação TJDFT)

A Vara Criminal e Tribunal do Júri do Núcleo Bandeirante condenou o ex-secretário-adjunto da Secretaria de Transporte por corrupção passiva, ativa e peculato cometidos em 2010. José Geraldo Oliveira de Melo foi condenado a 9 anos, 4 meses e 20 dias de reclusão, além de 42 dias-multa em regime fechado. A defesa afirma que vai recorrer da decisão por não concordar com os termos da sentença.

Segundo denúncia feita pelo Ministério Público do DF, em 2010, José Geraldo, então secretário-adjunto e outros servidores teriam recebido propina de aproximadamente R$ 400 mil para beneficiar a cooperativa COOBRATAETE em licitações da pasta.

A quantia é referente a 20% do valor de R$ 1.995.333 depositado no Fundo de Transporte Coletivo do DF pela transferência de execução de serviços de exploração de transporte público em favor do grupo e teria sido pago por Josenildo Batista, ex-presidente da COOPATAG; Luciene Vaz de Brito, então presidente da COOBRATAETE; João Gonçalves Fernandes e Adevandro Pereira.

A denúncia ainda aponta que os réus estão envolvidos em lavagem e desvio de dinheiro público.

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Além de Melo, Josenildo Batista, Luciene Vaz, João Gonçalves Fernandes e Adevandro Pereira foram condenados a 2 anos e 8 meses reclusão e 11 dias-multa por peculato. A pena deve ser cumprida em regime aberto.

Todos eles poderão recorrer da decisão em liberdade.

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Themistocles Eleutério, Alex Felício, Paulo César Boberg Barongeno e José Estelito Lopes foram absolvidos das acusações.

A defesa de Luciene avisa que vai recorrer da decisão e que ela não praticou os crimes. O R7 tenta contato com as defesas de Adevandro, João Gonçalves e Josenildo Batista.

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