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Moro descarta candidatura presidencial e defende frente contra reeleição de Lula

Em entrevista exclusiva ao JR Entrevista, senador afirmou que hipótese de candidatura ao Planalto está ‘completamente descartada’

Brasília|Do R7, em Brasília

Senador Sergio Moro (União-PR) no JR Entrevista JR Entrevista/Reprodução

Em participação no JR Entrevista nesta quinta-feira (23), o senador Sergio Moro (União-PR) afirmou que não deve se candidatar à Presidência da República em 2026 e que tem a intenção de apoiar um candidato de oposição ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). “A gente quer fazer oposição, mas também quer construir, aprovar projetos que beneficiem a população e em 2026, devo apoiar algum candidato contra o governo Lula”, afirmou à jornalista Tainá Farfan.

Moro sinalizou que deve apoiar a possível candidatura do governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União), ao Planalto. Em seguida, defendeu uma candidatura “unificada” de partidos de oposição contra o atual governo.

“Vamos ver como as coisas vão evoluir. Vamos ver se ele [Ronaldo Caiado] vai se dispor a ser candidato. Temos que construir uma candidatura, se possível unificada”, afirmou. “Existem outras pessoas que eventualmente podem ocupar esse espaço, o governador [Romeu] Zema, o governador Tarcísio [de Freitas] e, até mesmo o governador do Paraná, [Ratinho Junior]. Precisamos ter uma frente contra a reeleição de um presidente do PT, porque a gestão não tem sido positiva para o país”, completou.

Absolvição pelo TSE

Moro voltou a afirmar que a decisão do Judiciário em manter o mandato dele foi “técnica”. Para o senador, o fato de o PT não recorrer da decisão se deve ao fato de que um recurso “não tem cabimento e nem admissibilidade”. Mais cedo, o PT do Paraná anunciou que não dará continuidade ao processo que pedia a perda do mandato do senador.

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“O assunto está completamente encerrado. Não tem cabimento um recurso ao STF, por não ter uma questão constitucional envolvida. Não é nenhum favor [o PT não] recorrer. Não vão recorrer porque não tem cabimento e admissibilidade”, afirmou.

Moro destacou que os autores das ações, movidas pelo PT e pelo PL, queriam “se aproveitar de uma ideia de revanchismo contra a Operação Lava Jato e contra mim, tentando cassar meu mandato sem motivo legítimo”, afirmou. Ele também alegou que algumas acusações eram “absurdas”, como o uso de seguranças durante a campanha eleitoral.

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“Não recebi nenhum favor do TSE. Foi um julgamento justo, ao qual tínhamos direito. No cenário atual de turbulência política, mencionei que sempre tive o apoio e conforto dos meus pares no Senado”, disse.

As ações, analisadas em conjunto pelos magistrados, apontavam abuso de poder econômico, uso de caixa dois e utilização indevida de meios de comunicação durante a pré-campanha eleitoral de 2022. Votaram a favor da manutenção do mandato de Moro Floriano Marques, André Ramos Tavares, Cármen Lúcia, Nunes Marques, Raul Araújo, Isabel Gallotti e Alexandre de Moraes, presidente da Corte.

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O programa apresentado por Tainá Farfan vai ao ar às 20h na Record News. A entrevista também estará disponível no portal R7, nas redes sociais e na plataforma PlayPlus.


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