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Sedes dos três poderes reforçam segurança para o dia da posse

Tentativa de ataque contra o aeroporto de Brasília elevou o nível de alerta entre as forças de segurança no DF

Brasília|Renato Souza, do R7, em Brasília

Esplanada dos Ministérios, em Brasília, vista a partir do Congresso Nacional
Esplanada dos Ministérios, em Brasília, vista a partir do Congresso Nacional Esplanada dos Ministérios, em Brasília, vista a partir do Congresso Nacional

Órgãos de segurança pública do Distrito Federal e forças federais estão em alerta para o dia 1º de janeiro, quando ocorre a posse do presidente eleito, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), e do vice, Geraldo Alckmin (PSB). As ações foram reforçadas após uma tentativa de ataque a bomba ao aeroporto de Brasília.

No Senado Federal, fica proibida a entrada de visitantes. Até mesmo entregadores de alimentos e motoristas de aplicativo estão impedidos de entrar no prédio. Apenas servidores, assessores, colaboradores e estagiários estão autorizados a ingressar nas dependências da casa até 1º de janeiro.

No Supremo Tribunal Federal (STF), a segurança já estava reforçada, com o fechamento de acesso ao prédio e o posicionamento de barreiras de metal para impedir a aproximação de pessoas e veículos não autorizados. Os acessos à praça dos Três Poderes, na Esplanada dos Ministérios, foram fechados pelo Governo do Distrito Federal.

Como a Corte está em recesso, em 1º de janeiro não haverá magistrados no prédio, mas eles devem participar da posse do presidente da República. No dia do evento, o esquema de segurança será o mesmo usado no 7 de Setembro, com tropas policiais posicionadas nas redondezas do palácio, além do uso de sistemas antidrones.

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Alternância no Poder Executivo

Lula desfila pela Esplanada dos Ministérios, da Catedral de Brasília em direção ao Congresso, onde sobe a rampa e, em seguida, se dirige ao Palácio do Planalto, onde discursa. Mais de 700 agentes da Polícia Federal e milhares de policiais militares foram convocados para o esquema de segurança.

A equipe que realiza a segurança do presidente eleito recomendou que ele faça o trajeto na Esplanada de carro blindado e fechado, após a tentativa do ataque com bomba na capital. No entanto, o petista tem afirmado que não vai seguir a recomendação.

Outra preocupação é com os chefes de Estado de mais de 30 países, que estarão em Brasília, além de demais integrantes de delegações estrangeiras, artistas de renome nacional e do público, que deve atingir entre 300 mil e 500 mil pessoas. As precauções relacionadas a essa movimentação ocorrem desde o dia anterior ao evento até a cerimônia, os shows e o retorno para casa.

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