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Um dia após cassação, site do TSE mostra Deltan Dallagnol como 'não eleito'

Página traz Itamar Paim, deputado que assumirá no lugar dele, como 'eleito'; ex-procurador da Lava Jato foi cassado nessa terça (16)

Brasília|Do R7

Ministros consideraram que ele 'frustrou a aplicação da lei'
Ministros consideraram que ele 'frustrou a aplicação da lei' Ministros consideraram que ele 'frustrou a aplicação da lei'

A página de Deltan Dallagnol (Podemos-PR) no portal do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) está marcada como "não eleito". A candidatura do ex-procurador da Operação Lava Jato foi cassada, por unanimidade, na noite dessa terça-feira (16) pelo plenário do TSE. O site da Justiça Eleitoral apresenta o deputado Itamar Paim (PL-PR), que assumirá no lugar de Dallagnol, como "eleito".

Ministros julgaram recurso apresentado por PT, PCdoB e PV
Ministros julgaram recurso apresentado por PT, PCdoB e PV Ministros julgaram recurso apresentado por PT, PCdoB e PV

Por unanimidade, o plenário do TSE cassou o registro da candidatura do ex-procurador da Lava Jato, na noite dessa terça-feira (16). Os ministros da Corte entenderam que Dallagnol pediu exoneração do cargo de procurador do Ministério Público para fugir de um julgamento no Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) que poderia impedi-lo de concorrer às eleições de 2022. Assim, os ministros consideraram que o ex-procurador da Lava Jato "frustrou a aplicação da lei".

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Os ministros julgaram um recurso apresentado pela Federação Brasil Esperança, formada pelos partidos PT, PCdoB e PV, contra a decisão da Justiça Eleitoral do Paraná que aprovou a candidatura do ex-procurador da República.

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Na ação, os partidos contestam a elegibilidade de Dallagnol. Argumentam, por exemplo, que ele estaria barrado pela Lei da Ficha Limpa, por ter deixado a carreira de procurador da República tendo pendentes processos administrativos no CNMP.

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As legendas também afirmam que Dallagnol estaria inelegível devido à condenação, pelo Tribunal de Contas da União (TCU), por gastos com diárias e passagens de outros procuradores da Operação Lava Jato.

Em 19 de outubro, quase 20 dias após ter sido eleito deputado federal pelo Paraná, o ex-procurador teve o registro da candidatura julgado e aprovado pelo Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR).

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