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Reforma tributária prevê redução de impostos, afirma Haddad

O ministro da Fazenda participou de encontro com banqueiros em São Paulo e falou sobre as possíveis mudanças fiscais

Economia|Do R7, com Estadão Conteúdo

O ministro também falou sobre a nova âncora fiscal, que substituiria o teto de gastos
O ministro também falou sobre a nova âncora fiscal, que substituiria o teto de gastos O ministro também falou sobre a nova âncora fiscal, que substituiria o teto de gastos

A reforma tributária a ser proposta pelo governo deverá apresentar uma redução de impostos para alguns setores da economia. Foi o que disse o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, na manhã desta terça-feira (31), em reunião com banqueiros na Febrabran (Conselho da Federação Brasileira de Bancos).

Segundo Haddad, a reforma e o novo arcabouço fiscal estiveram entre os principais temas discutidos no encontro.

"Nós discutimos uma agenda tanto para o setor produtivo ontem, na Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), e hoje para o financeiro, na Febrabran", disse o ministro ao deixar o evento.

O político afirmou que o projeto tributário já poderia ter sido votado e que o Congresso "está maduro". "Há nas duas Casas ambiente favorável", disse Haddad, que afirmou que a reforma deve resultar, entre outros pontos, em melhora no crescimento econômico e na vida das empresas e indústrias.

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Sistema fiscal

A discussão com a Febraban, segundo o ministro, ainda abordou o tema do sistema fiscal. Haddad afirmou que a nova regra já está contratada e que a equipe econômica está formulando a proposta.

O aliado do presidente Lula relembrou que a PEC de Transição previa a apresentação do novo arcabouço até agosto, mas que a perspectiva atual é que o presidente Lula valide a proposta até abril.

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Também chamada de PEC do Estouro, a proposta de emenda à Constituição aprovada no Congresso no fim do ano passado permitiu que o governo Lula gaste aproximadamente R$ 145 bilhões a mais do que poderia inicialmente.

Crédito

A questão do crédito também foi assunto, de acordo com o ministro. Ele declarou que o tema foi pauta de uma discussão com o Banco Central.

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"Estamos conversando sobre uma agenda rápida de crédito no país, com sistema de garantias e diminuição do spread, para que exista mais crédito barato. O crédito caro impede os negócios."

A eficiência da máquina pública e a qualidade dos gastos e dos processos internos também foram temas abordados no encontro com a Febraban, de acordo com Fernando Haddad.

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