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Ônibus metropolitano de BH tem tarifa reajustada em 3,09% 

Valores passam a vigorar a partir do dia 1º e linhas do Move chegam a R$ 5

Minas Gerais|Maria Clara Prates, do R7

Na capital mineira, reajuste da tarifa foi suspenso
Na capital mineira, reajuste da tarifa foi suspenso Na capital mineira, reajuste da tarifa foi suspenso

O 1º de janeiro chega já pesando no bolso dos usuários do transporte coletivo em Belo Horizonte e sua região metropolitana com o aumento de 3,09% anunciado nesta sexta-feira (29) pelo Governo de Minas, que será publicado no Diário Oficial de amanhã (30).

O valor das passagens do Sistema Move, que atende aos terminais de Morro Alto, São Benedito, Justinópolis, Vilarinho, São Gabriel, Bernardo Monteiro e Terminal Provisório Aarão Reis passam de R$ 4,85 para R$ 5,00. A tarifa atinge 6,8 milhões de passageiros/mês, o que significa 39,1% do total que é de 17,485 milhões/mês.

Por outro lado, dez linhas, entre elas as que atendem a Igarapé e São Joaquim de Bicas, no valor de R$10,10, terão reajuste zero. O índice médio do reajuste a vigorar a partir de 1º janeiro é de 3,40%. Em nota oficial, o governo diz que o preço do óleo diesel não é mais o grande vilão do reajuste, já que decreto estadual reduz o ICMS do produto para transporte de passageiros de 15% para 4% a partir do reajuste das passagens.

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Por meio de nota, o governo lembra que as tarifas do sistema de transporte metropolitano são reajustadas anualmente em conformidade com o artigo 5º dos contratos de concessão assinados em março de 2008 pelo executivo estadual. Na composição do reajuste de 2017, as variáveis com maior impacto foram: veículos e pessoal.

Suspenso

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No último 18, o prefeito de Belo Horizonte, Elias kalil (PHS), suspendeu o reajuste de 10,45% nas tarifas de ônibus da capital proposto pelo Setra (Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros de Belo Horizonte). Caso fosse adotado, o valor da passagem da maioria das linhas passaria de R$ 4,05 para R$ 4,50.

Os empresários do setor propuseram, em reunião com o prefeito, um reajuste menor de 6%, que também não foi aceito. Kalil disse que só haverá aumento depois de aberta a “caixa-preta” da BHTrans, empresa responsável pela gerência de transporte da capital. A Justiça não autorizou auditoria no serviço de transporte solicitada por ele ainda no primeiro semestre.

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