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Polícia Civil conclui caso de criança morta e estuprada em Santa Luzia (MG) e pede arquivamento  

Caso ganhou nova repercussão com a morte de Bárbara Victória em 2022; suspeito de cometer os crimes era o mesmo homem 

Minas Gerais|Maria Luiza Reis, do R7

Bianca foi morta em 2012
Bianca foi morta em 2012 Bianca foi morta em 2012

A Polícia Civil de Minas Gerais concluiu o inquérito que investigava o estupro e a morte de Bianca dos Santos Faria, de 11 anos. O caso aconteceu em Santa Luzia, na região metropolitana de Belo Horizonte, em 2012. 

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Em 5 de maio de 2012, a família noticiou o desaparecimento de Bianca, que foi encontrada dois dias depois morta, com sinais de estrangulamento e violência sexual. Durante as investigações, conduzidas pela equipe da Delegacia Especializada de Homicídios em Santa Luzia, foram ouvidas testemunhas e potenciais suspeitos indicados por familiares, mas a Polícia Civil informou que não havia, até aquele momento, elementos suficientes para apontar um suspeito. O laudo pericial para apontar o possível suspeito do crime foi inconclusivo.

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No ano passado, em Ribeirão das Neves, um dos suspeitos de ter matado Bianca, Paulo Sérgio de Oliveira, de 50 anos, se tornou o principal suspeito de cometer o mesmo crime contra Bárbara Victória, de 10 anos. As circunstâncias dos crimes eram similares.

Em 2012, Paulo morava em Santa Luzia e havia prestado serviço na casa da família de Bianca. Ele também trabalhou na casa de Bárbara antes da criança desaparecer. Durante as investigações do caso, Paulo foi encontrado morto. 

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A Polícia Civil esclarece que a morte de Paulo impossibilitou o seu depoimento em relação aos crimes cometidos contra Bianca e “pela impossibilidade de indicá-lo formalmente como autor do estupro e do homicídio, e considerando que todos os levantamentos investigativos foram levados a cabo, a Polícia Civil concluiu o inquérito policial com pedido à Justiça pelo arquivamento.” 

A Polícia ainda esclareceu que, na hipótese de fatos novos ou pedido de novas diligências por parte do Ministério Público de Minas Gerais, a investigação pode ser reaberta.

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