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Homem mata companheira com golpes de faca na zona norte do Rio

Renata Morais, de 45 anos, chegou a ser socorrida, mas não resistiu. Namorado também teve ferimentos e está sob custódia

Rio de Janeiro|Rafaela Oliveira, do R7*

Renata foi socorrida, mas não resistiu aos ferimentos
Renata foi socorrida, mas não resistiu aos ferimentos Renata foi socorrida, mas não resistiu aos ferimentos

Renata Morais, de 45 anos, é mais uma vítima de feminicídio no Rio de Janeiro. Ela foi esfaqueada pelo companheiro nesta quinta-feira (17), em Guadalupe, na zona norte da cidade.

A vítima chegou a ser socorrida e transportada para o Hospital Municipal Albert Schweitzer, em Realengo, mas não resistiu aos ferimentos.

De acordo com a Polícia Militar, o autor dos golpes também ficou ferido. Ele foi levado pelos bombeiros para o Hospital Estadual Carlos Chagas, em Marechal Hermes. A Polícia Civil informou à Record TV Rio que o paciente está sob custódia.

O caso está sendo investigado pela Delegacia de Homicídios da Capital.

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Outros casos de feminicídio

O mesmo aconteceu com Francisca Elisabete dos Santos, esfaqueada pelo ex-marido em outubro de 2021, na zona oeste da cidade. Ela havia conseguido uma medida protetiva um mês antes do crime, mas o assassino invadiu sua casa e a atacou na frente da filha de 8 anos de idade.

Também a facadas, o assassinato da estudante Vitórya Mota, de 22 anos, chocou clientes de um shopping center de Niterói, na região metropolitana do Rio. O assassino, Matheus dos Santos da Silva, colega da jovem no curso de enfermagem, é réu por feminicídio triplamente qualificado.

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No último dia 13 de fevereiro, a empresária Flávia Euflázia da Silva, de 44 anos, foi encontrada sem vida em um carro capotado em Vargem Grande, na zona oeste do Rio. O laudo de necropsia atestou três ferimentos por bala de fogo no corpo. Dois dias depois, o namorado da vítima se entregou à polícia em Teresópolis, na região serrana do estado. 

Dossiê da Mulher

Segundo o levantamento do Instituto de Segurança Pública, houve uma diminuição no número de casos de feminicídio no Rio de Janeiro em 2020 em comparação a 2019. Foram 85 vítimas em 2019, contra 78 no primeiro ano de pandemia da Covid-19.

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Em 2020, a Baixada Fluminense teve a maior taxa de violência física contra mulheres de todo o estado
Em 2020, a Baixada Fluminense teve a maior taxa de violência física contra mulheres de todo o estado Em 2020, a Baixada Fluminense teve a maior taxa de violência física contra mulheres de todo o estado

O Dossiê da Mulher 2021 utiliza os registros do ano anterior. Percentualmente, a violência contra a mulher foi mais incidente na Baixada Fluminense — ou seja, de casos por população.

Feminicídios em 2021

Apesar da diminuição no número de feminicídios em 2020, nos primeiros quatro meses de 2021houve um crescimento de 50% . De janeiro a agosto, ocorreu um aumento de 16% desse tipo de crime no estado do Rio de Janeiro em comparação ao mesmo período de 2020. 

No Brasil, uma em cada quatro mulheres acima dos 16 anos de idade já sofreu algum tipo de violência (física, psicológica ou sexual). Quase metade das agressões acontece dentro de casa, por homens conhecidos — companheiros, ex-companheiros ou parentes. Isso é o que aponta o Fórum Brasileiro de Segurança. 

Denuncie

O Disque 100 e o Ligue 180 são serviços gratuitos para denúncias de violações de direitos humanos e de violência contra a mulher, respectivamente. Qualquer pessoa pode fazer uma denúncia pelos canais, que funcionam 24 horas por dia, incluindo sábados, domingos e feriados.

No Telegram, basta apenas digitar “Direitoshumanosbrasilbot” na busca do aplicativo. O Disque 100 também está disponível no WhatsApp e por aplicativo. 

*Estagiária do R7, sob supervisão de PH Rosa

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