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MPRJ denuncia sequestrador de ônibus por tentativa de homicídio e cárcere privado

Paulo Sérgio de Lima baleou dois passageiros e fez 16 reféns na rodoviária do Rio, no dia 12 de março

Rio de Janeiro|Do R7

Sequestrador se entregou após três horas de negociação com policiais do Bope
Sequestrador se entregou após três horas de negociação com policiais do Bope Sequestrador se entregou após três horas de negociação com policiais do Bope (Reprodução/ Record Rio )

O MPRJ (Ministério Público do Estado Rio de Janeiro) ofereceu denúncia contra Paulo Sérgio de Lima por duas tentativas de homicídio, cárcere privado e disparo de arma de fogo em via pública. Ele está preso pelo sequestro a ônibus na rodoviária do Rio de Janeiro, no dia 12 de março.

No documento, o promotor Audrey Marjorie Alves de Paula Leocádio Castro destacou que o suspeito atirou “com vontade livre e consciente de matar” e por motivo torpe, já que ele acreditava que as vítimas fossem policiais à paisana.

Em outro trecho, o magistrado afirmou que, ao disparar dentro do coletivo, o suspeito dificultou a chance de defesa das vítimas.

“Os crimes foram cometidos mediante recurso que dificultou a defesa das vítimas, posto que os disparos de arma de fogo foram efetuados pelo DENUNCIADO no diminuto espaço do interior do ônibus, reduzindo a capacidade de defesa e de reação das vítimas”, escreve.

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Relembre o caso

Paulo Sérgio sequestrou um ônibus que sairia da rodoviária do Rio para Juiz de Fora (MG), no dia 12 de março. Na ação, o homem baleou dois passageiros e fez 16 outros reféns.

Uma das vítimas, Bruno Lima da Costa Soares, de 34 anos, foi atingido por dois disparos na região do tórax e outro no abdômen e precisou passar por duas cirurgias. Ele está internado em estado em um hospital particular da zona sul da cidade.

De acordo com a Polícia Civil, dois dias antes do sequestro, Paulo assaltou uma van na Barra da Tijuca, na zona oeste. Na fuga, o criminoso tentou se se esconder na favela da Rocinha, mas foi expulso por traficantes. Com medo, ele teria tentado deixar o estado.

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