São Paulo Brasileiras ficaram com infecção de pele após uso de roupas coletivas em prisão na Alemanha

Brasileiras ficaram com infecção de pele após uso de roupas coletivas em prisão na Alemanha

O relato foi feito por Kátyna nas redes sociais, em uma imagem em que as goianas, que foram vítimas de uma troca de malas, aparecem ao lado de uma dermatologista

  • São Paulo | Do R7

Kátyna Baía e Jeane Paolini, após serem soltas na Alemanha

Kátyna Baía e Jeane Paolini, após serem soltas na Alemanha

Reprodução/Instagram

As brasileiras Kátyna Baía e Jeanne Paolini, que ficaram presas na Alemanha por quase 40 dias após terem as bagagens trocadas por malas com drogas, revelaram que contraíram uma infecção bacteriana na pele em razão do uso de roupas coletivas no presídio.

O relato foi feito por Kátyna nas redes sociais, em uma imagem em que as goianas aparecem ao lado de uma dermatologista e agradecem o carinho demonstrado pela profissional.

"Sim, era tudo de uso coletivo", afirmou Kátyna, ressaltando que até mesmo calcinhas precisavam ser compartilhadas. "Mais um problema daquela prisão arbitrária e injusta. Mas vamos superar", concluiu, referindo-se à infecção.

As brasileiras foram presas injustamente na Alemanha depois que suas malas foram trocadas, no aeroporto de Guarulhos, por bagagens com cocaína. Elas ficaram 38 dias em um presídio de Frankfurt até serem libertadas. As duas retornaram ao Brasil no último dia 14 e afirmam que vão buscar reparação na Justiça.

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