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Pedido para uso emergencial da Sputnik está incompleto, diz Anvisa

União Química, farmacêutica que representa a vacina russa no Brasil, não enviou todos os documentos necessários para a análise 

Saúde|Do R7

É a segunda vez que a farmacêutica tenta a liberação para uso emergencial da vacina
É a segunda vez que a farmacêutica tenta a liberação para uso emergencial da vacina É a segunda vez que a farmacêutica tenta a liberação para uso emergencial da vacina

A União Química, farmacêutica que representa a vacina russa Sputnik V no Brasil, ainda não enviou todos os documentos necessários para a análise de uso emergencial do imunizante contra a covid-19, segundo informou a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) nesta quinta-feira (1º). 

Em nota, a agência informou que recebeu, na quarta-feira (31), um dos itens da documentação que trata dos requisitos mínimos para a solicitação da autorização, mas que outras informações continuam pendentes. Desta forma, a Anvisa suspendeu o prazo de sete dias úteis para a resposta da análise.

“As pendências relacionadas aos demais itens de Boas Práticas de Fabricação, tais como XIVb, XIVc e XIVd, não constam na documentação recebida. Dessa forma, o prazo de sete dias úteis permanece suspenso até a apresentação da documentação faltante. A análise de todos os dados que foram entreguem até o momento continua sendo feita pela Agência”, diz a nota.

A União Química havia encaminhado um novo pedido de uso emergencial da vacina no último dia 26. Esta é a segunda vez que a farmacêutica tenta a autorização, em 16 de janeiro a Anvisa rejeitou a solicitação ao alegar que a empresa não havia enviado os documentos necessários para a continuidade da análise.

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