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Ministro do Turismo nega esquema de candidaturas laranjas no PSL

Marcelo Álvaro Antônio alega que só foi indiciado por ser o presidente do partido em Minas Gerais e diz que não pensa em deixar o Governo

Brasil|André Rocha, da Record TV Minas

Ministro do Turismo nega irregularidades
Ministro do Turismo nega irregularidades Ministro do Turismo nega irregularidades

O ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio, voltou a negar, nesta terça-feira (8), a existência de um esquema de candidaturas laranjas no PSL de Minas Gerais. Durante entrevista à Record TV Minas, o líder da pasta disse que ficou surpreso com a conclusão do inquérito da Polícia Federal e afirmou que não pensa em deixar o Governo.

Na última sexta-feira (4), O MPMG (Ministério Público de Minas Gerais) denunciou o ministro e outras 10 pessoas pelos crimes de falsidade ideológica eleitoral, apropriação indébita de recurso eleitoral e associação criminosa. Segundo o MP, candidatas mulheres teriam repassado parte do fundo partidário das campanhas delas para candidatos homens do partido. Marcelo Álvaro Antônio nega as irregularidades.

— As candidaturas laranjas não existiram no âmbito do PSL. As quatro candidatas acusadas depuseram e provaram no âmbito do inquérito, pelo que eu tive acesso, que elas fizeram campanha política sim.

Antônio ainda afirmou que não há provas de envolvimento dele no caso. Para o ministro, sua citação só aconteceu pelo fato de ele ser o presidente do partido à época.

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— A autoridade policial entendeu que algumas pessoas componentes do partido tiveram procedimentos inadequados e, como presidente do partido, eu deveria dar conta daquilo que cada pessoa fez individualmente.

Após a divulgação do inquérito da PF, o porta-voz da Presidência, Otávio Rêgo Barros, afirmou que o presidente Jair Bolsonaro vai manter Antônio no cargo e “aguardará o desenrolar do processo”. Questionado se pretende deixar a pasta, Marcelo Álvaro Antônio diz que não pensa na possibilidade.

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— Jamais passou pela minha cabeça entregar a pasta porque eu tenho a minha consciência limpa de que os meus atos à frente do partido foram idôneos.

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