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Aras discute acesso do Brasil a banco de dados da União Europeia

O Brasil pode ser o primeiro país da América Latina a fazer parte da Eurojust, com acesso a bancos de dados mantidos pelo bloco

Brasília|Gabriela Coelho, do R7, em Brasília

O procurador-geral da República, Augusto Aras, que está em negociações na Holanda
O procurador-geral da República, Augusto Aras, que está em negociações na Holanda O procurador-geral da República, Augusto Aras, que está em negociações na Holanda

O procurador-geral da República, Augusto Aras, se reuniu nesta terça-feira (7) com o eslovaco Ladislav Hamram, presidente da Agência da União Europeia para Cooperação em Justiça Criminal (Eurojust), em Haia, na Holanda, para discutir a participação do Brasil no órgão.

O convite foi feito em 2021, e o Brasil poderá ser o primeiro país da América Latina a fazer parte da agência. Com a integração, o Ministério Público Federal e as autoridades brasileiras que atuam no procedimento criminal poderão ter acesso a bancos de dados mantidos pela União Europeia, o que melhora o combate a crimes transnacionais.

Uma oferta semelhante foi apresentada à Argentina e à Colômbia, mas as tratativas com o Brasil estariam mais avançadas. “É um momento histórico. É a primeira vez que um procurador-geral, um representante do MPF brasileiro, visita a Eurojust. Temos total confiança de que teremos uma parceria estratégica de alto nível”, disse Ladislav Hamram.

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"A integração à Eurojust é uma pauta de interesse do Brasil. Este encontro [com a Eurojust] é o início de um profundo diálogo, de integração e de cooperação entre nações que têm o mesmo propósito: manter o desenvolvimento econômico sustentável dentro da paz mundial”, disse Aras.

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