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Audiência de custódia de 345 manifestantes e extremistas presos ocorre nesta quinta-feira

A força-tarefa reúne magistrados do TJDFT e do TRF; mais de mil pessoas envolvidas nos atos foram transferidas para presídios 

Brasília|Bruna Lima, do R7, em Brasília

Extremistas foram levados à Academia Nacional de Polícia para identificação antes de seguirem para os presídios
Extremistas foram levados à Academia Nacional de Polícia para identificação antes de seguirem para os presídios Extremistas foram levados à Academia Nacional de Polícia para identificação antes de seguirem para os presídios

Os manifestantes que foram detidos no Quartel-General do Exército em Brasília e extremistas presos em flagrante pelos atos de vandalismo contra os prédios públicos dos Três Poderes passam por audiência de custódia nesta quinta-feira (12). Ao todo, 345 pessoas são ouvidas por videoconferência pela Justiça, que decide se as mantém ou não presas em regime fechado.

As audiências online ocorrem em uma força-tarefa que envolve magistrados do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT) e do Tribunal Regional Federal (TRF). As sessões são acompanhadas pelos advogados de cada um dos presos e realizadas individualmente. A Defensoria Pública do DF informou que "prestará assistência jurídica a todos os manifestantes detidos nos atos de 8 de janeiro". 

Das 345 pessoas ouvidas, 292 são homens, e 53, mulheres. O grupo faz parte dos 1.028 extremistas transferidos para presídios do Distrito Federal na última quarta-feira (11). 

Além de decidir se os presos responderão ou não em liberdade, a Justiça avalia a concessão da transferência dos investigados para outros estados, uma vez que muitos dos manifestantes vieram a Brasília em caravanas de outras regiões, especialmente do Sul e Sudeste. 

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Leia também: Interventor no DF diz que houve 'ausência de comando' na segurança pública no dia dos atos na Esplanada 

Na segunda-feira, a Polícia Federal liberou 599 pessoas "por questão humanitária". Entre os liberados estão idosos, pessoas com problemas de saúde, em situação de rua e mães acompanhadas de crianças. O delegado-chefe da PF, Rodrigo Teixeira, explicou que estas pessoas "não foram simplesmente liberadas" e vão responder a processos criminais. 

Teixeira acredita que, mesmo após passar por audiência de custódia, os extremistas devem continuar presos, salvo se os membros do Judiciário tiverem outro entendimento. "Acredito que continuarão presos, mas cabe a eles [magistrados] a decisão", afirmou o delegado. 

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