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CPI da Câmara Legislativa do DF avalia convocar coronel Casimiro para depor pela segunda vez

Coronel era chefe do 1º Comando de Policiamento Regional e depôs na Comissão Parlamentar de Inquérito em 5 de junho

Brasília|Giovanna Inoue, do R7, em Brasília

Coronel Casimiro prestou depoimento em 5 de junho
Coronel Casimiro prestou depoimento em 5 de junho Coronel Casimiro prestou depoimento em 5 de junho

Deputados distritais que compõem a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) dos atos de 8 de janeiro avaliam reconvocar o coronel Marcelo Casimiro para prestar depoimento pela segunda vez. Na última quinta-feira (3), a Comissão ouviu o depoimento do major da PM Flávio Alencar, que ofereceu informações que vão de encontro com o que foi dito pelo coronel no interrogatório dele.

O major afirmou que recebeu a ordem do coronel Casimiro, de forma verbal, de distribuir o policiamento no dia 8, sem ordem de serviço. Ele disse também que não tinha conhecimento do efetivo e nem das escalas dos policiais que trabalhariam na manifestação.

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Pelo depoimento do major Flávio%2C o coronel Casimiro é responsável por tudo que aconteceu no dia 8 e%2C certamente%2C a responsabilidade será individualizada e ele estará no relatório.

(deputado distrital Chico Vigilante (PT), presidente da CPI)

"Nós vamos analisar o depoimento do major Flávio, se existe a necessidade de convocar ele [Casimiro] novamente ou se, pelo depoimento que ele prestou aqui, já dá pra gente enquadrá-lo como responsável pelo que aconteceu no dia 8", acrescentou o parlamentar.

Casimiro era o comandante do 1º Comando de Policiamento Regional (CPR), unidade que coordena uma série de batalhões da corporação, incluindo o 6º, que o major Flávio fazia parte e é responsável pela Esplanada dos Ministérios.

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Depoimento de junho

O militar prestou depoimento na CPI no dia 5 de junho e afirmou que estava de folga no dia das manifestações. Ele destacou que não ocupava a posição de comandante em 8 de janeiro e que as informações repassadas pela corporação eram que as manifestações seriam "tranquilas".

Casimiro afirmou que a PM não tinha uma análise de riscos, o que atrapalhou a corporação na tomada de decisões, embora também tenha dito que não conseguiria "avaliar omissões". O coronel imputou a responsabilidade por erros ao major Flávio Alencar.

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