Logo R7.com
Logo do PlayPlus
Publicidade

Defesa de Robinho vai recorrer da decisão do STJ e apresentar habeas corpus para evitar prisão imediata

Superior Tribunal de Justiça decidiu que ex-jogador deverá cumprir no Brasil a pena de 9 anos definida pela Justiça italiana

Brasília|Gabriela Coelho, do R7 em Brasília

STJ decidiu que Robinho deve cumprir pena no Brasil
STJ decidiu que Robinho deve cumprir pena no Brasil STJ decidiu que Robinho deve cumprir pena no Brasil (Reprodução/RECORD)

A defesa de Robinho vai recorrer da decisão do STJ (Superior Tribunal de Justiça) de que o ex-jogador de futebol vai cumprir no Brasil a sentença de nove anos proferida pela Justiça italiana em regime fechado. O ex-jogador foi condenado na Itália por estupro coletivo. 

Por 9 votos a 2, os ministros do STJ decidiram nesta quarta-feira (20) homologar a sentença italiana e que que o cumprimento em regime fechado deve ser imediato.

Segundo o advogado José Eduardo Alckmin, a defesa vai recorrer ao STJ, analisar o acórdão e, depois, ir ao STF [Supremo Tribunal Federal]. "É claro que há um habeas corpus contra a prisão imediata", afirmou. Habeas corpus é o instrumento processual para garantir a liberdade de alguém, quando a pessoa for presa ilegalmente ou tiver a liberdade ameaçada por abuso de poder ou ato ilegal.

De acordo com o advogado, o habeas corpus será para pedir que só haja execução da pena quando não houver mais como apresentar recursos. "Ele [Robinho] está à disposição da Justiça e não vai se opor. O expediente hoje está encerrado, mas [o pedido de Habeas corpus] deve ser nos próximos dias, depende da Justiça", afirmou o advogado. 

Publicidade

Antes de apresentar defesa contra o pedido de homologação, os advogados do ex-jogador solicitaram ao tribunal que o governo italiano fosse intimado a apresentar cópia integral do processo, com a respectiva tradução, mas o requerimento foi rejeitado em agosto do ano passado pela Corte Especial.

Estupro coletivo em Milão - 2013

O ex-jogador foi condenado pelo crime de estupro coletivo contra uma mulher albanesa em uma boate de Milão, na Itália, em 2013. Em março do ano passado, o relator do caso, ministro Francisco Falcão, determinou cautelarmente que Robinho entregasse o seu passaporte ao STJ.

Antes de apresentar defesa contra o pedido de homologação, os advogados do ex-jogador solicitaram ao tribunal que o governo italiano fosse intimado a apresentar cópia integral do processo, com a respectiva tradução, mas o requerimento foi rejeitado em agosto do ano passado pela Corte Especial.

Últimas

Utilizamos cookies e tecnologia para aprimorar sua experiência de navegação de acordo com oAviso de Privacidade.