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Em 29 dias, 360 pessoas foram presas por crimes de violência contra mulher no DF

Operação realizada em todo país se deu principalmente por meio da apuração de denúncias e visitas às vítimas de violência

Brasília|Giovana Cardoso, do R7, em Brasília

No Brasil, mais de 10 mil pessoas foram presas
No Brasil, mais de 10 mil pessoas foram presas No Brasil, mais de 10 mil pessoas foram presas (Edilson Rodrigues/Agência Senado)

Em um prazo de 29 dias, 360 pessoas foram presas por crimes de violência contra mulheres no Distrito Federal. Segundo a Polícia Civil do DF, foram 314 em flagrante, 41 por cumprimento do mandado de prisão preventiva e outras cinco temporária. A operação se deu por meio da apuração de denúncias, visitas às vítimas de violência e cumprimento de mandados judiciais, entre outros.

A ação organizada pelo Ministério da Justiça ocorreu entre os dias 1º e 29 de março, em 1.765 municípios. Foram 10 mil prisões e 179 apreensões de menores em todo o país. Também houve 68 mil solicitações de medidas protetivas de urgência. De acordo com a pasta, o número de medidas requisitadas cresceu 79% em relação ao mesmo período de 2023, quando foram registradas 37,9 mil. 

Os principais crimes apurados são feminicídio (tentado ou consumado), lesão corporal, descumprimento de medida protetiva, injúria, ameaça, difamação, estupro, sequestro e cárcere privado e perseguição (stalking).

No Distrito Federal, foram apreendidas 14 armas de fogo e 473 munições de calibres diversos e 16 armas brancas. A ação contou com palestras, ações sociais e panfletagem que “visam a prevenção a novos crimes”.

Servidoras do DF vítimas de violência doméstica terão direito a afastamento de seis meses

As servidoras vítimas de violência doméstica no Distrito Federal terão direito a afastamento de seis meses para “preservar a integridade física e psicológica” quando elas tiverem as medidas protetivas. A lei complementar foi publicada nesta quarta-feira (6) no Diário Oficial e assinada pelo presidente da Câmara Legislativa, Wellington Luiz (MDB). O projeto foi vetado pelo governador Ibaneis Rocha, mas a Casa manteve a iniciativa (leia mais aqui). 

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