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Em Nova York, Lula participa de jantar com empresários neste domingo

Presidente brasileiro chegou aos Estados Unidos no sábado à noite após cumprir agenda em Havana, capital de Cuba

Brasília|Plínio Aguiar, do R7 em Brasília

Lula da Silva vai à Assembleia da ONU, em Nova York
Lula da Silva vai à Assembleia da ONU, em Nova York Lula da Silva vai à Assembleia da ONU, em Nova York

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) vai participar neste domingo (17) de um jantar com empresários em Nova York, nos Estados Unidos, organizado por duas entidades brasileiras. A agenda vai reunir diversas autoridades, como Rodrigo Pacheco (PSD-MG), presidente do Senado, e Arthur Lira (PP-AL), presidente da Câmara.

Lula embarcou para os Estados Unidos neste sábado (16), após participar da Cúpula do G77+China, que teve como tema "Os desafios atuais do desenvolvimento: o papel da ciência, da tecnologia e da inovação". O líder brasileiro ainda se reuniu com o presidente cubano, Miguel Díaz-Canel, em Havana, e com Qu Dongyu, diretor-geral da Agência da ONU para Alimentação e Agricultura (FAO).

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Nesta segunda-feira (18), a agenda ainda está aberta. Depois, na terça-feira (19), Lula faz o tradicional discurso de abertura da Assembleia-Geral da ONU. Essa será a oitava vez em que o brasileiro vai abrir o evento.

Nos oito anos em que governou o Brasil nos dois primeiros mandatos que cumpriu, ele deixou de comparecer apenas em 2010. Neste ano, a conferência contará com o anúncio de medida em conjunto do petista com o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, em torno de uma iniciativa em defesa do trabalho decente.

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Lula vai se encontrar com Biden na quarta-feira (20) para acertar detalhes da medida. O trabalho decente faz parte dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, definidos pela ONU em 2015. Entre as ações propostas estão, até 2030, alcançar o emprego pleno e produtivo e o trabalho decente para todas as mulheres e todos os homens, inclusive para os jovens e pessoas com deficiência, e a remuneração igual para trabalho de igual valor.

"Essa presença [de Lula] na Assembleia-Geral está seguindo uma sequência de reuniões importantes. Tinha o Brics, CPLP [Comunidade dos Países de Língua Portuguesa], G20. De certa forma, essa presença na ONU coroa um início de governo em que o presidente buscou ter uma atuação bem intensa para recolocar o Brasil no cenário internacional", afirmou o embaixador Carlos Márcio Bicalho Cozendey, secretário de Assuntos Multilaterais Políticos do Itamaraty.

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A primeira vez em que Lula e Biden se reuniram neste ano foi em fevereiro, em Washington, nos Estados Unidos. Depois, em agosto, falaram por telefone sobre preservação ambiental e mudanças climáticas. Eles voltaram a se ver no início deste mês, durante evento paralelo à reunião da cúpula do G20, grupo formado pelas 19 maiores economias do mundo e pela União Europeia, na Índia.

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Além do presidente, devem comparecer ao evento da ONU outras autoridades brasileiras, como Rodrigo Pacheco (PSD-MG) e Arthur Lira (PP-AL), presidentes do Senado e da Câmara dos Deputados, respectivamente, e os ministros Mauro Vieira (Relações Exteriores), Fernando Haddad (Fazenda), Marina Silva (Meio Ambiente e Mudança do Clima), Alexandre Silveira (Minas e Energia) e Jader Filho (Cidades). A previsão de retorno de Lula para o Brasil é na quinta-feira (21).

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