Brasília General Gislei Morais é confirmado por Ibaneis na presidência do Iges

General Gislei Morais é confirmado por Ibaneis na presidência do Iges

Indicação foi aprovada pela Câmara legislativa em setembro. Ele substitui Gilberto Occhi no comando do Instituto

  • Brasília | Jéssica Moura, do R7, em Brasília

O general assume a presidência do Iges-DF. Nome foi confirmado no DODF

O general assume a presidência do Iges-DF. Nome foi confirmado no DODF

Iges-DF/Divulgação

Dez dias depois de a Câmara Legislativa (CLDF) ter aprovado o nome do general Gislei Morais de Oliveira para a presidência do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (Iges-DF), o governador Ibaneis Rocha (MDB) confirmou o nome do militar para o comando do órgão. O instituto administra os hospitais de Base e de Santa Maria. 

A medida foi publicada no Diário Oficial do DF desta sexta-feira (1º). Morais substitui Gilberto Occhi, que se afastou do cargo em 30 de agosto. Ele pediu exoneração alegando motivos pessoais.

Nos últimos meses, o Iges tem sido alvo de investigações de irregularidades, como fraudes em contratos do órgão. Uma das operações da Polícia Civil ocorreu em 26 de agosto e teve como alvo empresas que prestam serviços de radiologia ao instituto.

A indicação de Morais veio de outro general, Manoel Pafiadache, que assumiu a Secretaria de Saúde do DF depois da saída de Osnei Okumoto, que retornou à direção do Hemocentro. Pafiadache e Morais trabalharam no Instituto do Coração do DF. Este último ocupava o posto de superintendente do Incor até ser indicado para o Iges. 

Caminho da aprovação
A indicação de Gislei Morais foi encaminhada para a apreciação da CLDF depois de receber a anuência do Conselho de Administração do Iges. Na Comissão de Educação, Saúde e Cultura, quatro distritais votaram a favor do nome e um foi contrário. No plenário, a propoção foi 15 votos favoráveis contra dois que rejeitaram a indicação.

Na sessão, ele se comprometeu a solucionar problemas como a falta de insumos e medicamentos. Uma das estratégias apontadas foi a criação de um cartão corporativo. Também defendeu uma redução nos gastos para controlar as dívidas do Iges com fornecedores.

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