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Governo federal reconhece estado de calamidade em cinco cidades além de São Sebastião

No domingo (19), o governo federal já havia reconhecido o estado de calamidade em São Sebastião, o município mais afetado

Brasília|Do R7


Cinco cidades paulistas estão em estado de calamidade: Guarujá, Bertioga, Caraguatatuba, Ilhabela e Ubatuba
Cinco cidades paulistas estão em estado de calamidade: Guarujá, Bertioga, Caraguatatuba, Ilhabela e Ubatuba

O ministro da Integração e Desenvolvimento Regional, Waldez Góes afirmou nesta segunda-feira, 20, que o governo federal reconheceu o estado de calamidade pública decretado pelo governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), em cinco cidades do litoral norte do Estado atingidas por fortes chuvas: Guarujá, Bertioga, Caraguatatuba, Ilhabela e Ubatuba. No domingo, o governo federal já havia reconhecido o estado de calamidade em São Sebastião, o município mais afetado.

"O presidente @LulaOficial garantiu os recursos necessários e todos os esforços estão sendo empregados", escreveu Góes, no Twitter. "Já estamos com equipes técnicas trabalhando no plano de reconstrução e prestando assistência humanitária às vítimas. Estão sendo distribuídos cestas básicas, kits de higiene pessoal e de limpeza das residências, kits dormitório, água e refeições" emendou.

De acordo com o ministro, nos próximos dias o governo irá trabalhar na reconstrução de pontes, prédios públicos, unidades habitacionais e de toda a infraestrutura pública afetada. A portaria que reconhece o estado calamidade pública nas cidades do litoral norte de SP foi assinada pelo secretário nacional de Proteção e Defesa Civil, Wolnei Wolff Barreiros.

Na manhã desta segunda, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e uma comitiva de ministros vão sobrevoar São Sebastião. Após a vistoria, de acordo com o ministro dos Transportes, Renan Filho, haverá uma reunião para definir qual papel cada pasta vai desempenhar no curto e no médio prazo para minimizar os danos causados pelos temporais. No domingo, foram liberados R$ 2 milhões via Autoridade Portuária de Santos, um pedido de Lula operado pelo ministro de Portos e Aeroportos, Márcio França.

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