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JR Entrevista: embaixador do Japão, Hayashi Teiji, fala sobre reunião da cúpula do G7 em Hiroshima

'Esperamos uma contribuição efetiva em muitos temas', disse o representante sobre a participação de Lula no encontro

Brasília|Do R7, em Brasília

Teiji é o convidado desta quinta do JR Entrevista
Teiji é o convidado desta quinta do JR Entrevista Teiji é o convidado desta quinta do JR Entrevista

O embaixador do Japão em Brasília, Hayashi Teiji, é o convidado desta quinta-feira (11) do JR Entrevista. O diplomata conversa com a jornalista Natalie Machado sobre a reunião da cúpula do G7 em Hiroshima, que será realizada entre 19 e 21 de maio, o papel do país asiático para a resolução pacífica da guerra na Ucrânia e a expectativa de aumento de investimentos no Brasil.

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Teiji afirmou que o Japão decidiu sediar a cúpula do G7 porque entre os assuntos a serem discutidos está a questão das armas nucleares. "Estamos muito preocupados com a possibilidade do uso de armas nucleares na Ucrânia. Gostaríamos de confirmar um acordo internacional de não utilização de armas nucleares e avançar com o desarmamento nuclear", afirmou o diplomata japonês.

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Sobre a participação do Brasil na cúpula, Teiji afirmou que o país mostra uma liderança muito forte na comunidade internacional, além de ser um parceiro importante para o Japão e para outros países do G7 (grupo dos países mais industrializados do mundo). "Esperamos uma contribuição [do Brasil] ativa em vários temas", disse o embaixador.

O embaixador disse ainda que gostaria de fortalecer ainda mais as relações entre o Brasil e o Japão. "Por exemplo, na área econômica. Aqui no Brasil, temos mais ou menos 700 empresas japonesas. Grandes empresas têm fábricas no Brasil. Acho que temos mais potencial de aumentar investimentos japoneses no Brasil, porque o Brasil tem pessoas muito talentosas e recursos naturais importantes [...] Para isso, precisamos apoiar as reformas e a industrialização no Brasil para atrair as empresas japonesas", afirmou.

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O diplomata também falou sobre o Conselho de Segurança da ONU. "Assim como o Brasil, pensamos que é necessária uma reforma para a maior representação e também, legitimidade," disse.

O JR Entrevista começa às 19h45 na Record News e vai estar disponível no R7 e no PlayPlus.

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