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Queiroga volta a defender fim da obrigatoriedade da máscara

Ministro diz que legislação que impõe uso não tem eficácia, mas pede que estados e municípios esperem posição técnica oficial

Brasília|Augusto Fernandes, do R7, em Brasília


Ministro defende que equipamento de proteção só seja utilizado em ambientes com aglomeração
Ministro defende que equipamento de proteção só seja utilizado em ambientes com aglomeração

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, reiterou nesta quarta-feira (6) a defesa do fim da obrigatoriedade do uso de máscara como forma de proteção contra a Covid-19. De acordo com ele, com o avanço da vacinação no país, a utilização de máscara deve ser facultativa e apenas nos lugares em que haja concentração de pessoas.

Para o ministro, a atual legislação que prevê a obrigatoriedade do uso de máscara é pouco efetiva. Queiroga, no entanto, não informou quando o governo deve divulgar um parecer técnico recomendando o término da imposição. Segundo ele, “a ideia é fazer isso de forma gradual”.

“Essas questões estão sendo tratadas pela área técnica e, logo que tenhamos uma posição, nós vamos informar à população do Brasil”, disse Queiroga, na noite desta quarta-feira (6).

O ministro pediu que estados e municípios não tentem se antecipar ao governo federal, por mais que cada ente federativo tenha um momento epidemiológico diferente. Para Queiroga, é importante que todos aguardem a recomendação da Saúde para desobrigar o uso de máscara.

“Todos nós ficamos muito ansiosos com essa questão da pandemia. Vamos trabalhar para trazer mais tranquilidade sanitária ao país. Eu tenho conversado bastante com o presidente Jair Bolsonaro, e ele tem nos dado muito apoio para que nós possamos realizar as políticas públicas do interesse da sociedade. A gente está vivendo um momento melhor e vamos continuar trabalhando juntos”, destacou.

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