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Redução no preço do diesel é 'ato muito importante', diz Bolsonaro

Petrobras anunciou, nesta quinta-feira (11), diminuição de 4,07% no preço do diesel nas distribuidoras a partir de sexta-feira (12)

Brasília|Plínio Aguiar, do R7, em Brasília

O presidente Jair Bolsonaro fala ao telefone após visita do presidente da Colômbia no Palácio do Planalto
O presidente Jair Bolsonaro fala ao telefone após visita do presidente da Colômbia no Palácio do Planalto O presidente Jair Bolsonaro fala ao telefone após visita do presidente da Colômbia no Palácio do Planalto

O presidente e candidato à reeleição Jair Bolsonaro (PL) comemorou, nesta quinta-feira (11), a redução de R$ 0,22 no litro do diesel, anunciada pela Petrobras, e disse que a medida é um "ato muito importante em prol do Brasil".

"Hoje aconteceu um ato muito importante em prol do Brasil e de grande relevância para o povo brasileiro: a Petrobrás (sic) reduziu, mais uma vez, o preço do diesel", escreveu Bolsonaro nas redes sociais.

"A redução representa queda de R$ 0,22 por litro. O presente mês acumula redução de R$ 0,42 por litro de diesel. Já estamos entre os países com o menor preço médio de combustíveis do mundo no cenário atual", acrescentou.

A Petrobras anunciou nesta quinta-feira (11) uma diminuição de 4,07% no preço do diesel A (puro) nas distribuidoras a partir de sexta-feira (12). Com a segunda redução em uma semana, o valor do combustível passará de R$ 5,41 para R$ 5,19 por litro, uma queda de R$ 0,22 por litro.

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Considerando a mistura obrigatória de 90% de diesel A e 10% de biodiesel para a composição do diesel vendido nos postos, a Petrobras afirma que a parcela que recebe do valor final do preço ao consumidor passará de R$ 4,87, em média, para R$ 4,67 a cada litro vendido na bomba.

De acordo com a estatal, a nova redução "acompanha a evolução dos preços de referência, que se estabilizaram em patamar inferior para o diesel". A empresa julga a decisão como coerente com a política de preços da Petrobras na busca pelo equilíbrio com o mercado global, mas "sem o repasse para os preços internos da volatilidade conjuntural das cotações internacionais e da taxa de câmbio".

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