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Verão, férias, praia: veja cuidados para evitar afogamentos

Além das águas salgadas, deve-se ter um cuidado especial com rios e cachoeiras durante o verão

Folha Vitória

Folha Vitória|Do R7


Folha Vitória
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O clima quente é a desculpa perfeita para dar um mergulho na praia. Durante o fim do ano, as ocorrências de afogamentos aumentam desproporcionalmente devido às férias e ao tempo ensolarado.

Somente em Vila Velha, seis pessoas foram resgatadas na última terça-feira (27). Foram três ocorrências, uma na Praia de Itaparica e outras duas na Praia da Costa. Segundo um guarda-vidas, todas ocasionadas por uma corrente de retorno.

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Em uma praia do município, três jovens, de 20, 21 e 25 anos, e uma adolescente de 14 anos, foram resgatados após quase se afogarem. Duas das vítimas eram turistas de Minas Gerais.

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De acordo com o Corpo de Bombeiros, 62 pessoas se afogaram durante a temporada de verão entre dezembro de 2021 a março de 2022 no Espírito Santo. Entre esses casos, 13 foram registrados no mar.

Segundo o tenente Menezes, os homens morrem afogados sete vezes mais que as mulheres. "Quase 50% das mortes por afogamento se dão justamente até os 29 anos, uma faixa etária nova", disse.

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Se possível, não ignore os riscos e superestime suas habilidades. Para ficar alerta durante o verão, confira quais são os cuidados que o Corpo de Bombeiros aponta para evitar os afogamentos.

O mar é um ambiente dinâmico, ele não fica igual diariamente. Às vezes, falta uma percepção de risco ao entrar na água. Uma das dicas dos Bombeiros é procurar um posto de guarda-vidas e pedir informações sobre o estado do mar.

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É importante perguntar se a praia está adequada para a entrada de crianças e até mesmo de adultos. Afinal, mesmo que conheça o local em que está, deve-se ter conhecimento de como estão as correntezas naquele dia específico.

Segundo a Sociedade Brasileira de Salvamento Aquático (Sobrasa), a distância segura para que você esteja com o seu filho na água, seja piscina, praia, lagoa ou rio, é de um braço. "É muito importante a distância de um braço porque rapidamente eu consigo amparar essa criança e tirá-la da submersão", disse o tenente.

"A submersão pode acontecer muito rápido. Se você distrair, a criança pode aspirar água e isso é o afogamento. O que é o afogamento? É aspirar água e ir para o pulmão", explicou.

Não adianta nadar contra as correntezas. Elas são muito fortes. Segundo o Tenente Menezes é recomendado nadar para os lados. 

"Por vezes isso é difícil porque a correnteza te faz o contrário. O fluxo de água está voltando para o mar e você tá sendo carregado por esse fluxo, então, lutar contra esse fluxo é muito difícil, mas sair pelo lado, por vezes, é possível", contou o bombeiro.

Além de tentar nadar para o lado, levantar os braços e acenar é um gesto para que os salva-vidas reconheçam que você precisa de ajuda e tente o resgate.

Como ter a noção de que está na corrente de retorno? Por causa do movimento de água, a areia é remexida no fundo. No local, a água fica mais barrenta.

Por fim, na água doce pode ser muito difícil de se manter flutuando do que na água salgada. Caso você fique cansado durante uma travessia, você tem uma flutuabilidade melhor na praia do que num rio, pois afunda com mais facilidade.

Por isso, cuidado com rios e cachoeiras. Não são lugares adequados para banho e devem ser evitados, pois as rochas são muito escorregadias e junto ao afogamento acontece a queda, podendo ocasionar numa lesão grave.

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