Cidades SC envia policiais e psicólogo para auxiliar na investigação sobre o desaparecimento do bebê Nicolas

SC envia policiais e psicólogo para auxiliar na investigação sobre o desaparecimento do bebê Nicolas

Criança de 2 anos foi levada de forma clandestina para São Paulo por Roberta Porfrio de Sousa Santos e Marcelo Valverde Valezi

  • Cidades | Letícia Dauer, do R7

Resumindo a Notícia
  • Um psicólogo policial, um delegado e dois policiais militares foram enviados à São Paulo.

  • A equipe vai auxiliar na investigação sobre o desaparecimento do bebê Nicolas.

  • Nesta terça-feira, o MP-SC solicitou a transferência da criança de 2 anos para sua cidade de origem.

Nicolas desapareceu em 30 de abril

Nicolas desapareceu em 30 de abril

Reprodução/Record TV

A Secretaria da Segurança Pública de Santa Catarina enviou, nesta quarta-feira (10) uma equipe para auxiliar nas investigações do desaparecimento do bebê Nicolas, de apenas 2 anos, em São Paulo. O grupo é formado por um psicólogo policial, um delegado e dois policiais militares, entre eles o coordenador do Programa SOS Desaparecidos.

Nicolas desapareceu de São José, sua cidade natal, em 30 de abril e foi encontrado na segunda-feira (8) dentro de um carro com Roberta Porfrio de Sousa Santos e Marcelo Valverde Valezi na região do Tatuapé, na zona leste da capital. A dupla, suspeita de trazer o bebê de forma clandestina para São Paulo, teve a prisão preventiva decretada por tráfico de pessoas. 

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De acordo com o secretário de Segurança Pública de Santa Catarina, Paulo Cezar Ramos de Oliveira, o caso está em tramitação conjunta envolvendo as comarcas de São José e Tatuapé. “Atendendo a determinação do governador Jorginho Mello, as forças de segurança estarão em prontidão para trazer a criança de volta ao estado”, ressaltou.

Nesta terça-feira (9), o Ministério Público de Santa Catarina também solicitou a transferência do bebê para sua cidade de origem. Atualmente, Nicolas está em um abrigo por determinação judicial.

O órgão também pediu a realização de um estudo psicossocial a fim de verificar o contexto familiar da criança. A mãe dele Nathalia Areias Gaspar afirmou, durante interrogatório, que entregou o filho espontaneamente, sem nenhuma vantagem e nenhum recebimento de valor à Roberta e ao Marcelo.

A mulher apresenta um quadro de extrema vulnerabilidade. Ela relatou histórico de agressões no interior do lar e ingeriu diversos medicamentos, logo após a entrega do filho. Por conta disso, ela ficou diversos dias internada na UTI.

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