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Abel diz que eliminação é um ‘golpe’ e vai testar força mental do Palmeiras

Abel Ferreira dedicou grande parte de sua entrevista coletiva para detonar a arbitragem de Esteban Ostojich. O treinador fez a leitura...

Estadão Conteúdo|Do R7


Abel Ferreira dedicou grande parte de sua entrevista coletiva para detonar a arbitragem de Esteban Ostojich. O treinador fez a leitura de que o juiz uruguaio influenciou no empate por 2 a 2 com o Athletico-PR que tirou do Palmeiras a possibilidade de disputar sua terceira final seguida de Libertadores.

Até quando não foi perguntado, Abel falou sobre o árbitro. Sua principal reclamação diz respeito a uma cotovelada de Alex Santana em Rony no primeiro tempo. O juiz optou por apresentar somente o amarelo ao volante athleticano, o que gerou revolta no comandante palmeirense.

“Gostaria que o árbitro fosse ali no vestiário falar com meus jogadores, só isso. Se o VAR viu o mesmo que eu vi, é a primeira vez na história que vi um amarelo para uma agressão”, iniciou, contestando as escolhas do uruguaio.

“Gostaria de ter saído ‘limpinho’. E não saímos. Não merecíamos sair da maneira que saímos”, afirmou o treinador. “Tem fatores que nós não controlamos. Merecíamos que respeitassem mais nossos jogadores. Acredito que o árbitro teve um dia ruim”, prosseguiu Abel, segundo o qual, o sentimento “é de revolta” pela maneira como o Palmeiras caiu.

“É o que nós sentimos. É natural pelo que aconteceu”, justificou. “Acho que é brincar com nosso trabalho. Tem as imagens. Não vou dizer o que estou pensando”, acrescentou o técnico, indignado. Ele achou justa a expulsão de Murilo, mas considerou que o árbitro agiu com critérios diferentes em lances semelhantes.

Duro golpe

Bicampeão sob o comando do Palmeiras, Abel Ferreira sofreu sua primeira eliminação no torneio continental. A dúvida agora é se o revés na competição vai afetar os atletas para a sequência da temporada. O time lidera o Brasileirão com sete pontos de vantagem para o vice-líder Flamengo.

“É um golpe. Vai testar a nossa força mental e resiliência pela forma que foi”, admitiu o português. “Já levamos pancadas, já saímos da Copa do Brasil. Temos que continuar nosso caminho. Não há outra forma”, pontuou, lembrando da desclassificação para o São Paulo nas oitavas da Copa do Brasil.

O treinador fez até mesmo um paralelo com gladiadores romanos e guerreiros para sustentar que seus atletas são capazes de se reerguerem mesmo após um baque tão dolorido.

“Todos guerreiros tem cicatrizes. Esse anos temos duas muito profundas. E as que são pelas costas doem mais. Felizmente, temos um bom departamento médico que tratam nossas feridas. Vamos em frente com toda nossa força e confiança”.

O discurso do técnico foi corroborado pelo capitão Gustavo Gómez. “Dói muito, mas temos o Brasileirão. Nosso objetivo é ganhar. Vamos lutar até o fim por isso”, avisou o defensor paraguaio.

O Palmeiras tem pouco tempo para se recuperar do golpe. No sábado, às 21h, encara o Juventude no Allianz Parque, em jogo válido pela 26ª rodada do Brasileirão. O time joga com a necessidade de se reabilitar no torneio nacional depois de três empates seguidos e impedir que seus concorrentes pela taça se aproximem.

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