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Mundo se prepara para segundo Natal durante a pandemia

Celebrações serão mais tranquilas do que em 2020, quando as primeiras vacinas começavam a ser administradas

Internacional|Do R7


89ª iluminação da árvore de Natal do Rockefeller Center em Nova York, nos EUA
89ª iluminação da árvore de Natal do Rockefeller Center em Nova York, nos EUA

Bilhões de pessoas se preparam nesta sexta-feira (24) para celebrar o Natal mais uma vez com a sombra da pandemia de Covid-19, depois que a variante Ômicron provocou novas restrições que afetam os encontros familiares.

Pelo segundo ano consecutivo, quando as vacinas pareciam oferecer um horizonte mais promissor, o aumento dos contágios representou uma balde de água fria nas festas.

Em Belém, local de nascimento de Jesus de acordo com a tradição cristã, o setor hoteleiro que aguardava a chegada de turistas está decepcionado. Após um confinamento quase total no ano passado, Israel voltou a fechar as fronteiras.

Entretando, as celebrações serão mais tranquilas do que em 2020, quando as primeiras vacinas estavam apenas começando a ser administradas. Nos Estados Unidos, milhões de pessoas viajam pelo país para se reunir com suas famílias.

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Mas a pandemia não foi embora: os holandeses estão em confinamento, a Broadway, em Nova York, cancelou os espetáculos de Natal, o Peru proibiu reuniões de família e festas de Natal, enquanto a Espanha retomou a obrigatoriedade do uso de máscara nas ruas.

Os australianos, os primeiros a celebrar o Natal, podem viajar e reencontrar parentes pela primeira vez desde o início da pandemia, apesar do recorde de contágios registrado.

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Para o primeiro-ministro britânico Boris Johnson, um certificado de vacinação é o melhor presente.

"Embora o tempo para comprar presentes já tenha acabado, teoricamente, ainda há uma coisa maravilhosa que você pode oferecer à sua família e a todo o país, que é receber esta dose, seja a primeira, a segunda ou o reforço, para que as festas do próximo ano sejam ainda melhores", afirmou.

Em Moscou, em um momento de tensão com os países ocidentais por causa da Ucrânia, o presidente russo Vladimir Putin pediu a "Ded Moroz" (Papai Noel russo) que ajude a Rússia a realizar seus projetos.

"Espero que não apenas entregue presentes, mas que também concretize os projetos do país e de cada um de seus cidadãos", disse o presidente.

Após meses de esperanças com a vacinação, o surgimento da variante Ômicron afetou muitos países, mas o fechamento das fronteiras não impedirá a viagem do famoso trenó puxado por renas.

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O Canadá abriu seu espaço aéreo para o Papai Noel depois que ele apresentou um certificado de vacinação e um teste negativo, informou o ministério dos Transportes.

O mesmo aconteceu na Austrália. "Nossos controladores aéreos guiarão o Papai Noel usando nossa tecnologia de vigilância para garantir que ele e suas renas estejam seguros e no bom caminho para entregar os presentes", afirmou a Autoridade de Segurança Aérea.

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