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Por que se especulou tanto sobre a presença de Harry na coroação?

Príncipe protagonizou diversas polêmicas que envolvem a família real, e sua presença na cerimônia era incerta até meados de abril

Internacional|Do R7


Príncipe Harry durante o funeral de Estado da rainha Elizabeth 2ª, em 19 de setembro de 2022
Príncipe Harry durante o funeral de Estado da rainha Elizabeth 2ª, em 19 de setembro de 2022

O príncipe Harry vai atrair grande parte das atenções durante a coroação do pai, o rei Charles 3º, no próximo sábado (6). Este será o primeiro encontro do filho caçula do soberano britânico com a família real em meses, após ele ter protagonizado uma série de polêmicas que envolvem os parentes nos últimos tempos.

Harry comparecerá à cerimônia sem a esposa, Meghan Markle, e sem os filhos, Archie e Lilibeth. O Palácio de Buckingham confirmou a presença do príncipe na coroação apenas em meados de abril, o que acabou de vez com as crescentes especulações.

Desde que se mudaram para os Estados Unidos, em 2020, Harry e Meghan fizeram repetidas críticas à família real e revelações polêmicas sobre os membros da realeza. Esses ataques se intensificaram nos últimos meses com entrevistas na televisão, uma série da Netflix e a publicação de um livro de memórias de Harry. Diante desse cenário, a presença de Harry na cerimônia de sábado era incerta.

Entenda as polêmicas

Os primeiros atritos entre Harry e Meghan e a família real começaram pouco depois que eles se casaram, em 2018. Neil Sean, especialista na família real que divulga informações sobre os bastidores da realeza britânica em seu canal no YouTube, resumiu em um vídeo o que levou o casal a se afastar dessa convivência.

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Segundo Sean, Meghan enfrentou muita dificuldade para abdicar de sua carreira como atriz em Hollywood, de seu perfil pessoal no Instagram e até de um blog que mantinha, o The Tig, para começar uma vida nova ao lado de um príncipe. Em entrevista a Tom Bradby na rede ITV, ela confirmou que a adaptação era difícil e que não estava preparada para encarar a aparição na mídia, sobretudo nos tabloides. O casal também não estava feliz e exercia trabalhos que não suportava.

Em janeiro de 2020, Harry e Meghan anunciaram que iriam se afastar das funções e deveres reais, mas a decisão só foi oficializada em 19 de fevereiro do ano seguinte. Àquela altura, a relação que ficou mais estremecida foi a de Harry com o irmão, o príncipe William, que não gostou da maneira como o caçula conduziu essa "separação". À época, a BBC confirmou que nenhum dos membros da realeza havia sido consultado sobre a decisão do casal.

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Dois meses depois, Harry e Meghan estremeceram ainda mais a relação com a família real ao conceder uma entrevista bombástica à apresentadora americana Oprah Winfrey. Entre as revelações mais polêmicas feitas na ocasião, está a de que membros da realeza demonstravam preocupação sobre quão escura a pele do filho mais velho do casal, Archie, poderia ser, o que mostra uma suposta face racista da realeza britânica.

Em 2022, Harry e Meghan lançaram uma série na Netflix, que teve a melhor estreia para um documentário da história na plataforma, na qual comentaram os primórdios do relacionamento dos dois e criticaram o comportamento da imprensa e da família real. Meghan revela que, em dado momento, chegou a pensar em tirar a própria vida, o que veio como um choque para a família real, bem como para os espectadores da série.

No início deste ano, Harry também lançou uma explosiva autobiografia chamada Spare (O que Sobra, no título em português). Ao longo de 489 páginas, o príncipe conta detalhes sórdidos da família e acusa o irmão, William, de agredi-lo fisicamente durante uma discussão a respeito de Meghan.

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