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Seita Moon confirma que mãe de assassino de Abe é integrante do movimento

O atirador Tetsuya Yamagami decidiu matar Abe por acreditar que o ex-premiê tinha vínculo com a organização

Internacional|Do R7


Japoneses reverenciam o ex-primeiro-ministro Shinzo Abe, assassinado na última sexta-feira (8), na cidade de Nara enquanto participava de campanha eleitoral
Japoneses reverenciam o ex-primeiro-ministro Shinzo Abe, assassinado na última sexta-feira (8), na cidade de Nara enquanto participava de campanha eleitoral

A mãe do homem acusado de assassinar Shinzo Abe é integrante da Igreja da Unificação, confirmou nesta segunda-feira (11) a organização também conhecida como Seita Moon, da qual o suspeito teria tentado vingar-se com o ataque ao ex-primeiro-ministro japonês.

Tetsuya Yamagami, de 41 anos, "estava irritado com uma certa organização" e decidiu matar Abe porque pensava que o ex-premiê tinha um vínculo com ela, afirmou a polícia japonesa na sexta-feira.

A imprensa japonesa mencionou uma organização religiosa sem revelar o nome e afirmou que Yamagami estava irritado porque a seita recebeu importantes doações de sua mãe, o que deixou a família em grande dificuldade financeira.

"A mãe do suspeito Tetsuya Yamagami é membro de nossa organização e tem participado de nossos eventos uma vez por mês", declarou Tomihiro Tanaka, presidente da Igreja da Unificação no Japão, em uma breve entrevista coletiva em Tóquio.

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Tanaka não revelou detalhes das doações da mãe do acusado, alegando que uma investigação policial está em curso com a qual organização deseja "cooperar".

Tanaka afirmou que a igreja está horrorizada com o assassinato "selvagem" e que Abe "nunca" foi um de seus membros ou conselheiro.

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Abe morreu depois de ser baleado na sexta-feira no momento em que discursava em um comício em Nara (oeste do Japão) para as eleições do Senado japonês de domingo.

A Igreja da Unificação foi fundada em 1954 na Coreia do Sul por Sun Myung Moon (1920-2012). Está presente principalmente nesse país, nos Estados Unidos e no Japão.

Oficialmente chamada Associação das Famílias para a Unificação e a Paz Mundial, a seita baseia seus ensinamentos na Bíblia, com novas interpretações.

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