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Minas Gerais recebe 78 mil doses de vacina contra a dengue nesta quinta-feira (22)

Primeiro público a ser vacinado serão crianças de 10 e 11 anos em municípios elencados como prioritários pelo Ministério da Saúde

Minas Gerais|Do R7

22 municípios mineiros receberão as doses
22 municípios mineiros receberão as doses 22 municípios mineiros receberão as doses (Reprodução/Record News - 08.02.2024)

A Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) informou que receberá, nesta quinta-feira (22), 78.790 doses da vacina contra a dengue, Qdenga, conforme informações do Ministério da Saúde, para vacinação do público de 10 e 11 anos.

Devido à falta do medicamento, o Ministério da Saúde elencou cidades prioritárias que receberão as primeiras unidades da vacina. No território mineiro, 22 municípios estão na lista. São eles:

1. Coronel Fabriciano;

2. Timóteo;

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3.Pingo-d'Água;

4. Antônio Dias:

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5. Marliéria:

6. Santa Maria de Itabira;

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7. Jaguaraçu;

8. Dionísio;

9. Córrego Novo;

10. Belo Horizonte;

11. Ribeirão das Neves;

12. Sabará;

13. Santa Luzia;

14. Nova Lima;

15. Caeté;

16. Rio Acima;

17. Jaboticatubas;

18. Raposos;

19. Belo Vale;

20. Moeda; 

21. Nova União;

22. Taquaraçu de Minas. 

"As regiões de saúde selecionadas atendem a três critérios: possuem pelo menos um município de grande porte, ou seja, com mais de 100 mil habitantes, com alta transmissão de dengue registrada em 2023 e 2024, e com maior predominância do sorotipo DENV-2", detalhou a SES-MG (Secretaria Estadual de Saúde de Minas Gerais) sobre os critérios definidos pelo Ministério da Saúde.

A SES ainda disse que a distribuição para as Unidades Regionais será feita tão logo sejam recebidas as doses. Ainda não há informações do Ministério da Saúde sobre o envio de novas remessas.

Situação de emergência

Até esta terça-feira (20), 71 municípios de Minas Gerais entraram em situação de alerta devido ao avanço da dengue. Quase metade (47%) das cidades mineiras que decretaram emergência estão na Grande BH ou na região central do estado. Eduardo Prosdocimi, diretor de Vigilância em Saúde da SES-MG, explica que o dado está ligado à concentração populacional das regiões.

Veja o que fala o secretário de saúde sobre a situação vivida no estado: 

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