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Chove no Cantareira 22% a mais do que a média histórica para o mês

De acordo com a Sabesp, foram 322 milímetros em janeiro. A média era de 263,7 mm. Juntos, os 7 sistemas têm 49,5% da capacidade

São Paulo|Joyce Ribeiro, do R7

Chove no Cantareira 22% a mais do que a média histórica para o mês de janeiro
Chove no Cantareira 22% a mais do que a média histórica para o mês de janeiro Chove no Cantareira 22% a mais do que a média histórica para o mês de janeiro

Choveu em janeiro no sistema Cantareira, o maior produtor de águas de São Paulo, 322 milímetros, de acordo com a Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo). O número é 22% maior do que a média histórica para o mês, que é de 263,7 mm. Com isso, o manancial tem, nesta segunda-feira (31), 33,6% da capacidade de armazenamento. No dia 1º, ele tinha 25% de reservação.

Segundo o boletim da Sabesp, com as fortes chuvas que atingem São Paulo, os reservatórios aumentaram a reservação nos últimos dias. O sistema Rio Grande tem 100% do volume de armazenamento; São Lourenço, 89,9%; Guarapiranga, 80%; Cotia, 68,4%; Alto Tietê, 51,1%; e Rio Claro, 43,2%. Juntos, os sete sistemas totalizam 49,5% da capacidade de reservação de água.

A Sabesp tem uma escala para medir o volume útil dos reservatórios. O manancial apresenta estado normal quando o volume é igual ou superior a 60%; estado de atenção com o volume igual ou superior a 40% e inferior a 60%; em alerta, superior a 30% e inferior a 40%; e em restrição, superior a 20% e inferior a 30%. A medição de referência é a do último dia do mês.

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Com o início da recuperação do Cantareira, ele deve passar da atual faixa de restrição para a de alerta, uma vez que terminou o mês com 33,6% da capacidade de armazenamento de água. 

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É importante que os reservatórios subam durante as chuvas de verão para garantir o abastecimento de água também durante os meses de estiagem, a partir de maio. Segundo especialistas, o consumo médio varia de 20% a 30% no período.

Em nota, a Sabesp informou que não há risco de desabastecimento neste momento na região metropolitana de São Paulo, mas reforçou a necessidade do uso consciente da água. Segundo a companhia, as projeções são de aumento no nível dos reservatórios em janeiro e fevereiro, meses com maiores médias históricas de chuvas.

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