São Paulo Caso Naiara Azevedo: conheça três espaços de acolhimento a mulheres vítimas de violência doméstica

Caso Naiara Azevedo: conheça três espaços de acolhimento a mulheres vítimas de violência doméstica

Em São Paulo, existem três opções de local para as vítimas acessarem, de maneira menos emergencial

  • São Paulo | Do R7

Naiara Azevedo teria sido vítima de violência doméstica

Naiara Azevedo teria sido vítima de violência doméstica

Reprodução/Instagram

A cantora Naiara Azevedo, de 34 anos, compareceu na quinta-feira (30) à Central de Flagrantes da Deam (Delegacia Especializada em Atendimento à Mulher) de Goiânia para pedir uma medida protetiva contra o ex-marido. Naiara o acusa de ameaça e agressão. A artista declarou ainda que há um histórico de violência doméstica sem registro.

Na cidade de São Paulo, três espaços de acolhimento para mulheres vítimas de violência doméstica se propõem a recebê-las e a prestar a assitência necessária. Esses locais são os responsáveis por dar apoio às vítimas de forma mais ampla, integral e gratuita, de maneira menos emergencial. Veja as opções abaixo:

Espaço Feminismos Plurais (Djamila Ribeiro)

O Espaço Feminismos Plurais é totalmente dedicado às mulheres socialmente vulneráveis, em especial às negras. A instituição foi fundada pela filósofa Djamila Ribeiro e proporciona gratuitamente atendimento psicológico, suporte jurídico, terapêutico, dentário, educação e desenvolvimento profissional.

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O edifício fica localizado na alameda Chibarás, 666, em Moema, zona sul da capital paulista. O espaço é acessível para PCDs, com elevador e banheiros adaptados, além de áreas para mães e crianças.

CDCM (Centro de Defesa e de Convivência da Mulher)

O CDCM (Centro de Defesa e de Convivência da Mulher), da Prefeitura de São Paulo, oferece proteção e apoio a mulheres que sofrem violência doméstica e familiar, causadora de lesão, sofrimento físico, sexual, psicológico ou dano moral. A rede socioassistencial conta com 15 unidades, que possuem atendimento social, orientação psicológica e encaminhamento jurídico. 

Veja abaixo os endereços e o funcionamento de cada unidade:

• CDCM Mariás
R. José Antônio Moreira, 546, Pq. Novo Mundo;
Fone: (11) 3294-0066;
De segunda a sexta, das 8h às 17h.
• CDCM Mulheres Vivas
R. Marinho Vaz de Barros, 257, Campo Limpo;
Fone: (11) 5842-6462;
De segunda a sexta, das 8h às 17h.
• CDCM Casa Cidinha Kopcak
R. Margarida Cardoso dos Santos, 500, São Mateus;
Fone: (11) 2015-4195;
De segunda a sexta, das 9h às 17h; quinta, das 13h às 18h.
• CDCM Butantã
R. Ministro Laudo Ferreira de Camargo, 320, Jardim Peri Peri;
Fone: (11) 3507-5856;
De segunda a sexta, das 9h às 17h.
• CDCM Espaço Francisca Franco
R. Conselheiro Ramalho, 93, Bela Vista;
Fone: (11) 3106-1013;
De segunda a sexta, das 8h às 17h30.
• CDCM Casa Viviane dos Santos
R. Cabo José Teixeira, 87, Lajeado;
Fone: (11) 2553-2424;
De segunda a sexta, das 8h às 18h.


• CDCM Casa Anastácia
R. Areia da Ampulheta, 101, Castro Alves − Cidade Tiradentes;
Fone: (11) 2282-4706;
De segunda a sexta, das 8h às 17h.
• CDCM Casa Zizi
R. Teotônio de Oliveira, 101, Vila Ema;
Fone: (11) 2216-7346;
De segunda a quinta, das 8h às 17h; e sexta, das 13h às 17h.
• CDCM Margarida Maria Alves
R. Sabbado d’Ângelo, 2.085, 2º andar, Itaquera;
Fone: (11) 2524-7324;
De segunda a sexta, das 8h às 17h.
• CDCM Helena Vitória Fernandes
Rua Cel. Carlos Dourado, 7, Vila Marilena, Guaianases;
Fone: (11) 2016-9041;
De segunda a sexta, das 8h às 17h.
• CDCM Casa Maria da Penha
R. Sabbado d’Ângelo, 2.085, 2º andar, Itaquera;
Fone: (11) 2524-7324;
De segunda a sexta, das 8h às 17h.
• CDCM Casa Sofia
R. Dr. Luiz Fernando Ferreira, 6, M’Boi Mirim;
Fone: (11) 5831-3053 ou 0800-7703053;
De segunda a sexta, das 8h às 17h.
• CDCM Casa Isabel – Proj. Nana Serafim
R. Prof. Zeferino Ferraz, 396, Itaim Paulista;
Fone: (11) 2156-3477;
De segunda a sexta, das 8h às 17h.
• CDCM Casa da Mulher – CRÊ-SER
R. Salvador Rodrigues Negrão, 351, Cidade Ademar;
Fone: (11) 3539-8130;
De segunda a sexta, das 8h às 17h.

Smads (Secretaria Municipal de Assistência e Desenvolvimento Social)

A Smads (Secretaria Municipal de Assistência e Desenvolvimento Social) também mantém cinco centros de acolhida sigilosos, que oferecem atendimento a mulheres, acompanhadas ou não de seus filhos, em situação de risco de morrer, ameaças em razão de violência doméstica e familiar ou que sofreram algum tipo de violência física, sexual, psicológica e/ou moral.

Esses serviços contam com cem vagas. Os endereços não são publicados e quem precisar de atendimento deve procurar o Creas (Centro de Referência Especializado de Assistência Social) da sua região (endereços disponíveis nesse link). 

Em casos de emergência, a recomendação é que a mulher vítima de violência ligue para o 180 para acessar a Central de Atendimento à Mulher do Governo Federal. Também é possível entrar em contato pelo WhatsApp (61) 99656-500.

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