Logo R7.com
Logo do PlayPlus
Publicidade

Dois cobradores são presos por depredar coletivos durante paralisação na Grande SP

Protesto continua nesta sexta-feira; rodoviários reivindicam reajuste salarial

São Paulo|

Paralisação de motoristas e cobradores da Viação Osasco, na Grande São Paulo, nesta sexta-feira
Paralisação de motoristas e cobradores da Viação Osasco, na Grande São Paulo, nesta sexta-feira Paralisação de motoristas e cobradores da Viação Osasco, na Grande São Paulo, nesta sexta-feira

Dois cobradores de Osasco, na Grande São Paulo, que participavam da greve de ônibus foram presos na quinta-feira (22), suspeitos de depredar coletivos. Inicialmente, a assessoria de imprensa da PM (Polícia Militar) afirmou que os homens haviam sido detidos por ameaçarem com arma de fogo motoristas e passageiros que tentavam embarcar em um coletivo da cidade.

Mais tarde, porém, a cabo da PM Cristiane Dourado, que participou das prisões, negou a informação e afirmou que os suspeitos foram detidos por danificarem ônibus e não estavam armados.

— Eles foram reconhecidos por uma testemunha que viu os dois jogarem capacetes contra os ônibus para danificá-los.

Segundo a prefeitura de Osasco, pelo menos 15 veículos foram depredados na cidade desde o início da greve.

Publicidade

Paralisação de rodoviários prejudica transporte na Grande SP; ônibus municipais funcionam na capital

Número de ônibus depredados em SP chega a 135, diz sindicato

Publicidade

Os dois homens, que estavam inclusive com uniformes da Viação Osasco, foram levados para a Delegacia Seccional da cidade, que será responsável pela investigação. Eles deverão ser indiciados por dano qualificado.

Segundo o prefeito de Osasco, Jorge Lapas, pelo menos 65% da população do município ficou sem transporte desde quarta-feira (21), quando a paralisação foi iniciada.

Publicidade

A paralisação foi organizada por uma dissidência do sindicato dos motoristas de Osasco que diz não ter sido consultada pelos sindicalistas sobre o acordo de reajuste feito com as empresas. Eles pedem 15% de aumento, enquanto empresas e sindicato fecharam reajuste de 8%.

Sindicato diz que defenderá movimento grevista caso haja punição

Últimas

Utilizamos cookies e tecnologia para aprimorar sua experiência de navegação de acordo com oAviso de Privacidade.