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Mais de 30 cidades de SP registram casos de varíola do macaco

Estado tem 590 confirmações da doença. Capital é o município com o maior número de pacientes — 486 —, seguida pelo ABC paulista

São Paulo|Letícia Assis, da Agência Record, e Gilberto Gava, da Record TV


Mais de 30 municípios de SP registram casos confirmados de varíola do macaco
Mais de 30 municípios de SP registram casos confirmados de varíola do macaco

O estado de São Paulo registra 590 casos de varíola do macaco. Até a noite desta terça-feira (26), 33 municípios confirmaram casos do vírus da monkeypox. De acordo com a Secretaria Estadual de Saúde, a capital paulista é a cidade com o maior número de pacientes confirmados: 486. Em seguida, aparecem São Bernardo do Campo, com 13 casos, Itapevi, com nove, e Guarulhos, com oito.

Segundo a pasta, "todos os pacientes estão com boa evolução do quadro e são acompanhados pelas vigilâncias epidemiológicas dos respectivos municípios".

Em nota, a Secretaria informou a lista das cidades com casos confirmados da doença: um em Bady Bassit, quatro em Barueri, três em Cajamar, sete em Campinas, três em Carapicuíba, três em Cotia, cinco em Diadema, três em Embu das Artes, um em Embu-Guaçu, um em Franco da Rocha, oito em Guarulhos, dois em Indaiatuba, um em Itanhaém, três em Itapecerica da Serra, nove em Itapevi, dois em Itaquaquecetuba, um em Itararé, um em Jacareí, um em Jundiaí, um em Mogi das Cruzes, cinco em Osasco, um em Praia Grande, quatro em Ribeirão Preto, um em Santa Bárbara D'Oeste, oito em Santo André, 13 em São Bernardo do Campo, três em São Caetano do Sul, um em São Carlos, dois em São José dos Campos, dois em Sertãozinho, um em Suzano, dois em Taboão da Serra e um em Vinhedo.

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O vírus faz parte da mesma família da varíola e não tem a participação de macacos na transmissão para seres humanos. Isso ocorre entre pessoas e o atual surto tem prevalência de transmissão pelo contato íntimo e sexual.

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Prevenção

- Evitar contato íntimo ou sexual com pessoas que tenham lesões na pele;

- Evitar beijar, abraçar ou fazer sexo com alguém com a doença;

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- Higienização das mãos com água e sabão e uso de álcool gel;

- Não compartilhar roupas de cama, toalhas, talheres, copos e objetos pessoais;

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- Uso de máscaras para proteger contra gotículas e saliva, entre casos confirmados e contactantes.

Sintomas

O principal sintoma é o aparecimento de lesões parecidas com espinhas ou bolhas no rosto, dentro da boca ou em outras partes do corpo, como mãos, pés, peito, genitais ou ânus.

A doença também provoca caroço no pescoço, axilas e virilhas, febre, dor de cabeça, calafrios, cansaço e dores musculares.

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