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Comissão da CLDF pede auditoria do contrato do Iges com a Secretaria de Saúde

Requerimento foi aprovado na manhã desta quarta; deputados articulam instauração de uma CPI

Brasília|Edis Henrique Peres, do R7, em Brasília

Comissão de Fiscalização, Governança, Transparência e Controle (CFGTC) da Câmara Legislativa do DF
Auditoria quer saber quanto custa o Iges para os cofres públicos (Rinaldo Morelli/Agência CLDF - 29.05.2024)

A Comissão de Fiscalização, Governança, Transparência e Controle aprovou dois requerimentos que solicitam uma auditoria no contrato de gestão entre o Iges (Instituto de Gestão Estratégica de Saúde) e a Secretaria de Saúde. Os pedidos pedem a apresentação de todos os dados, metodologias e formas de cálculo e definições adotadas no contrato. O pedido de auditoria foi aprovado na manhã desta quarta-feira (29).

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Os requerimentos foram baseados em reunião da Comissão realizada na semana passada, quando os parlamentares questionaram o atual contrato do Iges que chegou ao 51º termo aditivo. Atualmente, o Instituto é responsável pela gestão do Hospital de Base, do Hospital Regional de Santa Maria e de diversas unidades de pronto atendimento da capital do país.

A Comissão, avaliou problemas contratuais e também de transparência na prestação dos serviços do Iges. Na avaliação de Dayse Amarílio (PSB), a auditoria vai permitir que seja avaliado os indicadores definidos no contrato com o Iges.

“É importante saber qual foi a métrica utilizada e quanto realmente custa cada procedimento para entendermos o quanto o Iges entrega e custa para a própria Secretaria de Saúde”, disse.

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Criação de CPI

Na segunda-feira (27), os parlamentares da Casa apresentaram requerimento para instaurar uma CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) de investigação das falhas de atendimento e de gestão da saúde pública. O documento já conta com seis assinaturas e precisa de oito para ser instaurado.

Até o momento, assinaram o deputado Fábio Felix (Psol), Gabriel Magno (PT), Max Maciel (Psol), Chico Vigilante (PT), Ricardo Vale (PT), Dayse Amarílio (PSB) e Jorge Vianna, (PSD).

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