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Coronel da PM admite 'falha' em 8 de janeiro, mas defende trabalho feito pela corporação

Reginaldo de Souza Leitão depôs nesta quinta na CPI dos Atos Antidemocráticos da Câmara Legislativa do Distrito Federal

Brasília|Edis Henrique Peres, do R7, em Brasília


Invasão do Palácio do Planalto em 8 de janeiro
Invasão do Palácio do Planalto em 8 de janeiro

O coronel da Polícia Militar Reginaldo de Souza Leitão admitiu nesta quinta-feira (16) que houve "falha" da corporação no 8 de Janeiro. A declaração foi dada à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) dos Atos Antidemocráticos da Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF).

"Acredito que sim, houve uma falha nossa [PMDF]. E a falha tem que ser estudada. Caberá aos próximos gestores da PMDF estudar o que aconteceu, quais os erros que cometemos de posicionamento da tropa, para que isso não se repita", afirmou.

Leitão, no entanto, defendeu o trabalho dos agentes. "A atividade da PM é uma atividade de risco. Quando a gente entra na PM, sabemos que podemos passar da ocorrência para passar a réu. Mas eu conheço todos os oficiais que estavam naquele dia, são pessoas excepcionais. E todas as informações que levantamos foram repassadas aos órgãos decisores", disse.

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Em janeiro, o coronel era chefe do Centro de Inteligência da PM e teria feito parte de um grupo de aplicativo de mensagens em que alertas sobre as manifestações foram divulgados. No entanto, ele afirma que não participou de reunião feita no dia anterior (7 de janeiro) na Secretaria de Segurança Pública com o alto-comando para avaliar riscos das manifestações.

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"A Polícia Militar cumpriu o seu papel. O trabalho do centro de inteligência foi feito, e as informações, repassadas. Tínhamos o grupo 'Prioridade 01', com o objetivo de levar ao alto-comando da corporação o que era mais relevante. Destaco que do dia 6 ao dia 8 houve um movimento abrupto que exigiu uma tomada de decisão rápida da PM, que a cada hora ia alterando. O que vimos no dia 8 não reflete o que estava sendo vivido antes nos acampamentos", declarou.

Votação do relatório

O prazo final para encerrar as atividades da CPI é 5 de dezembro, mas o presidente da Comissão, Chico Vigilante (PT), quer votar o relatório final no dia 29 deste mês. O documento será apresentado às 9 da manhã e votado no período da tarde no mesmo dia.

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