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Governo assina acordo de cooperação que visa impulsionar setor de comércio e serviços

Parceria prevê ações em áreas como fortalecimento do comércio eletrônico, apoio a novas tecnologias, comércio informal e crédito

Brasília|Giovana Cardoso, do R7, em Brasília


Ao longo de três anos, serão executadas 23 ações em seis eixos Cadu Gomes/VPR

Os ministros do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, e do Empreendedorismo, Marcio França, assinaram nesta quarta-feira (26) um acordo de cooperação em parceria com a CNC (Confederação de Comércio de Bens, Serviços e Turismo) que busca melhorar a competitividade das empresas do setor de comércio e serviços. Segundo o governo federal, a parceira prevê ações em áreas como fortalecimento do comércio eletrônico nacional, apoio a novas tecnologias, comércio informal e crédito.

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Com o acordo, são esperadas que ao menos 23 ações sejam executadas ao longo de três anos, incluindo estudos, campanhas e medidas de promoção do setor, que representou 67,4% do PIB de 2023.

Ainda de acordo com o governo, as ações serão dividas em seis eixos, sendo elas a implementação de novas tecnologias, promoção do comércio eletrônico, capacitação, pirataria e comércio informal, acesso a crédito e ambiente de negócio.

No eixo da promoção e comércio eletrônico, por exemplo, serão realizados estudos para analisar o cenário nacional, o impacto das compras de sites estrangeiros e alternativas para aumentar o número de micro e pequenas empresas exportadoras, além de buscar soluções para impulsionar a presença das micro e pequenas empresas no comércio online.

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Nova política industrial

Em janeiro, o governo federal lançou a nova política para industrialização brasileira, que prevê linhas de crédito especiais, recursos não reembolsáveis, ações regulatórias e de propriedade intelectual, obras e compras públicas.

Até 2026, é estimado que a iniciativa tenha um investimento de R$ 300 bilhões, gerenciado pelo BNDES (Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico Social), Finep (Financiadora de Estudos e Projetos) e Embrapii (Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial). Parte do valor a ser investido foi anunciado pelo CNDI (Conselho Nacional de Desenvolvimento Industrial) em julho de 2023, e outros R$ 194 bilhões foram adicionados à política.

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