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Indicado por Lula como interventor na segurança do DF diz que 'ninguém ficará impune'

Ricardo Cappelli afirmou que já está em campo e que o 'Estado Democrático de Direito não será emparedado por criminosos'

Brasília|Plínio Aguiar, do R7, em Brasília

Homens são presos após invasão aos prédios dos Três Poderes, em Brasília
Homens são presos após invasão aos prédios dos Três Poderes, em Brasília Homens são presos após invasão aos prédios dos Três Poderes, em Brasília

Escolhido pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para ser o interventor na segurança no Governo do Distrito Federal, Ricardo Cappelli afirmou neste domingo (8) que "ninguém ficará impune" após as invasões nas sedes dos Três Poderes (Congresso Nacional, Palácio do Planalto e Supremo Tribunal Federal), em Brasília.

"Estou em campo, andando no asfalto, comandando pessoalmente as forças de segurança, cumprindo a missão que recebi do presidente da República. Ninguém ficará impune. O Estado Democrático de Direito não será emparedado por criminosos", escreveu Cappelli nas redes sociais.

Atualmente, Cappelli é o secretário-executivo do Ministério da Justiça e Segurança Pública, portanto, o "número dois" da pasta. Ele também é jornalista, especialista em administração pública pela Fundação Getúlio Vargas e atua há 22 anos na administração pública brasileira.

Já ocupou os cargos de secretário municipal, secretário estadual e secretário nacional em diversas áreas. O último cargo de Cappeli, antes do ministério, foi como secretário de Comunicação do Governo do Maranhão, administrado na época por Flávio Dino, atual ministro da Justiça.

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A intervenção na segurança do DF vai até 31 de janeiro. De acordo com o decreto, o objetivo é "pôr termo a grave comprometimento da ordem pública" no Distrito Federal, marcado por atos de violência e invasão de prédios públicos. 

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De acordo com o decreto, o interventor fica subordinado ao presidente da República e não está sujeito às normas distritais que conflitarem com as medidas necessárias à execução da intervenção. Na prática, retira do governador do DF, Ibaneis Rocha (MDB), o poder na área de segurança.

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Veja no vídeo abaixo o pedido de desculpas do governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), ao presidente Lula:

Manifestantes que não aceitam a vitória de Lula nas eleições de 2022 furaram bloqueio da Polícia Militar do Distrito Federal e invadiram, na tarde deste domingo, os prédios do Congresso Nacional, do Palácio do Planalto e do Supremo Tribunal Federal (STF), em Brasília. Até o momento, 200 pessoas foram presas, 40 ônibus foram apreendidos e os financiadores desses veículos já foram identificados.

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