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Justiça acolhe denúncia e motorista que atropelou crianças vira réu

Crianças receberam alta nessa quarta-feira (15), após quase três semanas internadas no Hospital de Base

Brasília|Jéssica Moura, do R7, em Brasília

Fachada TJDFT
Fachada TJDFT Fachada TJDFT

A Justiça do Distrito Federal acolheu a denúncia do Ministério Público e o motorista Francisco Manoel da Silva, que atropelou cinco crianças em Ceilândia, no Distrito Federal, virou réu na ação penal por tentativa de homicídio. A decisão é de terça-feira (14).

A defesa do acusado tem dez dias para se manifestar sobre o caso. No despacho, o juiz Lucas Sales da Costa, do Tribunal do Júri de Ceilândia, também indeferiu o pedido dos advogados de Francisco da Silva para revogar a prisão preventiva.

"A gravidade concreta do caso é intensamente destacável, e maiores aprofundamentos sobre o fato serão feitos ao longo da instrução criminal", escreveu o magistrado. "Há prova da materialidade do fato, consubstanciada nos elementos inquisitoriais acostados, assim como existem indícios de autoria suficientes para autorizar a deflagração da ação penal".

O pedreiro Francisco foi preso em flagrante em 22 de maio depois de atingir as crianças. Dois dias depois, em audiência de custódia, a justiça converteu a prisão em preventiva. Ele vai continuar detido enquanto responde ao processo.

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O acidente

A avó das crianças relatou que elas pretendiam ir a um parquinho onde costumam brincar. Quando atravessaram a rua, na QNP 5, o motorista, de 53 anos, não parou na faixa de pedestres.

Depois de atingir as crianças, ele tentou fugir da cena do crime, mas foi contido por moradores que passavam pela via. Populares agrediram o motorista antes da chegada da polícia.

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Francisco não tinha carteira de habilitação. O teste de alcoolemia ao qual foi submetido no Instituto Médico Legal comprovou que ele havia bebido antes de dirigir.

As vítimas, entre 4 e 14 anos, receberam alta do hospital na quarta-feira (15), quase três semanas após o acidente. Elas estavam internadas no Hospital de Base com fraturas graves: quatro delas precisaram de cuidados intensivos.

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