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Lula deve participar de seis fóruns internacionais até o fim do ano

Além dos fóruns, o chefe do Executivo deve viajar ao México em outubro para posse da nova presidente do país

Brasília|Ana Isabel Mansur, do R7 em Brasília, e Caroline Aguiar, da RECORD

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Países visitados por Lula em 2024 podem chegar a 16 Ricardo Stuckert/Presidência da República - 15.6.2024

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva deve participar de ao menos seis fóruns internacionais até dezembro deste ano. Uma dessas reuniões, a cúpula do G20, será no Rio de Janeiro, em novembro. O restante das agendas será em outros países. Com as participações nos eventos, Lula terá visitado 15 países neste ano — com possibilidade de o número subir para 16, já que o petista deve ir à posse da nova presidente do México, Claudia Sheinbaum, marcada para 1º de outubro.

A previsão é que o petista participe da Assembleia Geral da ONU (Organização das Nações Unidas) em Nova York, nos Estados Unidos, no fim deste mês. O Brasil, sob a liderança de Lula, vai promover duas reuniões de cunho global às margens do fórum. (leia mais abaixo).

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Lula vai a Cazã, na Rússia, em outubro para a cúpula dos Brics, grupo que, inicialmente, reunia Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul. Desde o início deste ano, Arábia Saudita, Egito, Etiópia, Irã e Emirados Árabes Unidos fazem parte do bloco. A presidência dos Brics, que é rotativa, está sob a Rússia.

Em novembro, o presidente viaja para Lima, no Peru, para participar da reunião de líderes econômicos da Apec (Cooperação Econômica Ásia-Pacífico). No mesmo mês, o petista se desloca para Baku, no Azerbaijão, para a COP29 (Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas). Ainda em novembro, Lula será o anfitrião da cúpula do G20, evento que encerrará a presidência brasileira do bloco. O grupo é formado pelas maiores economias do mundo e pelas uniões Africana e Europeia.

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Em dezembro, Lula participa, em Montevidéu, no Uruguai, de reunião do Mercosul, formado por Brasil, Uruguai, Paraguai e Argentina.

Discussões promovidas pelo Brasil na ONU

Os encontros organizados pelo Brasil às margens da Assembleia Geral da ONU incluem debates sobre a reforma da governança de organismos multilaterais e a defesa da democracia. As duas propostas são defendidas pelo governo brasileiro, e Lula tem convidado líderes mundiais para participar dos encontros. A reunião dos líderes democráticos contra o extremismo é uma iniciativa do petista e do presidente de governo da Espanha, Pedro Sánchez.

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Lula quer debater uma agenda mais inclusiva com as principais lideranças do mundo. Não há, ainda, uma lista fechada dos eventuais participantes dos encontros, mas é costume que todos os países associados da ONU participem das agendas organizadas às margens do evento. Ao todo, a organização é composta por 193 membros.

O presidente também organiza uma resposta mais efetiva para a ideia de reforma da governança de organismos multilaterais, como a própria ONU e o FMI (Fundo Monetário Internacional). O tema foi debatido, inclusive, com a diretora-geral do banco, Kristalina Georgieva, no primeiro semestre deste ano.

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