Logo R7.com
RecordPlus
R7 Brasília
‌

Lula veta robótica, computação e programação nos ensinos médio e fundamental

Com três vetos, presidente sancionou na última quarta-feira (12) a Lei 14.533/23, que cria a Política Nacional de Educação Digital

Brasília|Do R7, em Brasília

  • Google News

Adicione como fonte preferencial no Google

Opens in new window
Criança durante atividade utilizando meio digital e físico
Criança durante atividade utilizando meio digital e físico

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sancionou uma lei que impede a inclusão de computação, programação e robótica no currículo dos ensinos fundamental e médio. Com outros dois vetos (leia mais abaixo), a Lei 14.533/23, que cria a Política Nacional de Educação Digital, foi aprovada na última quarta-feira (12).

"O texto sancionado altera a Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB) para fixar a educação digital como dever do Estado por meio da garantia de conectividade à internet de alta velocidade de todas as instituições públicas de ensinos básico e superior", de acordo com a Câmara dos Deputados. O texto tem origem no Projeto de Lei 4513/20, da deputada Angela Amin (PP-SC).

‌

Para a relação entre ensino e aprendizagem digital, a lei determina que devem ser previstas técnicas, ferramentas e recursos digitais que "criem espaços coletivos de mútuo desenvolvimento entre professores e alunos".

Três vetos

Confira abaixo os três vetos do presidente Lula:

‌

• inclusão da educação digital (computação, programação, robótica) no currículo dos ensinos fundamental e médio. Na justificativa, "o governo observa que a mudança criaria conflito entre as regras vigentes, uma vez que a alteração na grade curricular depende de aprovação do Conselho Nacional de Educação (CNE) e de homologação pelo Ministro de Educação (MEC)", informa a Câmara dos Deputados.

Leia também

• garantia da prioridade de financiamento pelo Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) aos programas de imersão de curta duração em técnicas e linguagens computacionais para estudantes matriculados em cursos da educação profissional, técnica e tecnológica. Nesse caso, o governo argumenta que a decisão por priorizar determinado curso deve partir do gestor de políticas públicas.

• retira as alterações que seriam feitas na Lei do Livro para incluir na definição de livro as publicações digitais equiparadas ao livro físico. Para o governo, esse tema precisa ser debatido de forma mais ampla pelo Parlamento.

Siga R7 no Google e fique por dentro de tudo que acontece

Seguir no Google

Últimas

‌

Utilizamos cookies e tecnologia para aprimorar sua experiência de navegação de acordo com oAviso de Privacidade.