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Polícia acha saco com sangue em cativeiro onde família carbonizada foi mantida

Com os vestígios encontrados, a perícia tenta identificar se houve algum tipo de briga e se traços sanguíneos foram lavados no local

Brasília|Do R7, em Brasília


Bombeiros atuando no caso da família desaparecida
Bombeiros atuando no caso da família desaparecida

A Polícia Civil do Distrito Federal encontrou nesta sexta-feira (20) um saco plástico com vestígios de sangue no local usado como cativeiro da família da cabeleireira Elizamar da Silva, que teve o corpo carbonizado e reconhecido por peritos de Goiás nessa quinta (19).

Com os vestígios encontrados, a perícia aplicou um composto químico, chamado de "luminol", em ambientes da casa. O objetivo é identificar traços sanguíneos que possam ter sido lavados.

De acordo com o delegado Ricardo Viana, um dos responsáveis pelo caso, a substância foi utlizada para verificar se ocorreu algum tipo de briga no local ou a presença de sangue em pontos do terreno. A polícia ainda aguarda o laudo pericial para a confirmação.

Além de Elizamar, a polícia identificou o corpo dos três filhos (Gabriel da Silva, de 7 anos, e os gêmeos Rafael da Silva e Rafaela da Silva, de 6) e do sogro dela (Marcos Antônio).

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Com a confirmação das vítimas, a polícia ainda trabalha com o desaparecimento de outras cinco pessoas da família. Outros dois corpos, encontrados em Unaí (MG), aguardam identificação. Confira a lista:

• Thiago Gabriel, 30 anos (marido de Elizamar);

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• Renata Belchior, 52 anos (mãe de Thiago);

• Gabriela Belchior, 25 anos (irmã de Thiago);

• Cláudia Regina (ex-esposa de Marcos); e

• Ana Beatriz Marques (filha de Marcos com Cláudia).

Veículos apreendidos

Nessa sexta-feira (20), a Polícia Civil do Distrito Federal apreendeu três veículos ligados ao caso da família carbonizada. Um dos carros seria de Cláudia Regina, ex-esposa do sogro de Elizamar, e teria sido usado por dois suspeitos para comprar gasolina, antes da morte de parte dos familiares.

LEIA TAMBÉM: Delegado fala com exclusividade sobre o caso da família carbonizada

Ainda na tarde dessa sexta, a polícia voltou ao terreno onde parte da família foi mantida em cárcere privado para realizar novas buscas, mas nenhum corpo foi encontrado.

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